Na última sexta-feira (15), o Ministério da Saúde solicitou ao Instituto Butantan as 6 milhões de doses da CoronaVac. No contrato assinado entre as partes, há uma cláusula que trata do rompimento de contrato caso o estoque total não seja entregue.
Ofício foi encaminhado ao Instituto Butantan na última sexta-feira (15) para que as 6 milhões de doses da CoronaVac sejam liberadas ao Ministério da Saúde – Foto: Fábio Vieira/MetrópolesO Ministério informou, no documento, que aguarda a liberação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para iniciar a distribuição para todos os Estados ao mesmo tempo.
“Ressaltamos a urgência na imediata entrega do quantitativo contratado e acima mencionado, tendo em vista que este ministério precisa fazer o loteamento para iniciar a logística de distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitativa, conforme cronograma previsto no Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a Covid-19, tão logo seja concedido autorização pela agência reguladora, cuja decisão está prevista para domingo, dia 17 de janeiro de 2021”, diz o ofício.
SeguirO Instituto Butantan informou que enviou resposta ao Ministério informando que entregará a totalidade das doses requeridas e solicita informações sobre o quantitativo que será destinado a São Paulo.
Segundo o instituto, é comum que para todas as vacinas destinadas pelo instituto ao PNI (Programa Nacional de Imunizações), parte das doses permaneça em São Paulo. Isso ocorre, por exemplo, com a vacina contra o vírus Influenza, causador da gripe. O instituto informou ainda que aguarda confirmação de data e horário sobre o início da campanha de vacinação que ocorrerá simultaneamente em todo o país.