Um grupo contrário ao passaporte de vacinação de Florianópolis, que começa a valer no próximo dia 16, fez um ato pacífico durante a sessão da Câmara de Vereadores desta quarta-feira (3).
Manifestantes acompanharam sessão da Câmara nesta quarta-feira (3) – Foto: Keila de Souza/Divulgação/NDLiderados pelo advogado João Padilha, os manifestantes do grupo Conservadorismo Floripa, que acompanharam as votações do espaço reservado ao público, disseram que são favoráveis à campanha de imunização e que estão com a vacina no braço, mas ressaltam que defendem as liberdades individuais e chamam o decreto municipal de “segregacionista”.
O passaporte criado por Gean Loureiro (DEM) também foi assunto na tribuna da Alesc nesta quarta-feira (3). “Se a própria vacina não consegue dar 100% de eficácia e por isso se fala em terceira dose, o passaporte é uma documentação estúpida exigida das pessoas. O que prova que você não está contaminado é o resultado de um exame”, disse o deputado Sargento Lima (PL) em plenário. Segundo ele, a medida provoca uma falsa sensação de segurança.
Seguir“As pessoas têm medo de complicações, por isso não tomaram a vacina. Milito contra esse passaporte”, falou Felipe Estevão (PSL).