Há luz no fim do túnel para 100 mil catarinenses que estão na fila esperando por cirurgias

Revisão da Política Hospitalar Catarinense prevê um investimento que pode chegar em R$ 618,2 milhões em 2022; cirurgias eletivas devem ser zeradas até o final do ano que vem

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A revisão da Política Hospitalar Catarinense prevê um investimento que pode chegar em R$ 618,2 milhões em 2022. A título de comparação, a PHC aprovada em 2019 e efetivada em 2020 fechou em R$ 275,6 milhões.

Carlos Moisés e André Motta Ribeiro, ambos pré-candidatos em 2022 – Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/NDCarlos Moisés e André Motta Ribeiro, ambos pré-candidatos em 2022 – Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Divulgação/ND

A principal novidade é a inclusão das cirurgias eletivas – que sofreram forte impacto durante a pandemia do coronavírus – no cálculo para o repasse.

Estima-se que mais de 100 mil catarinenses estejam aguardando a realização de cirurgias. Segundo o secretário André Motta Ribeiro (Saúde), a fila será atendida até o fim de 2022.

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A nova Política Hospitalar Catarinense foi construída em conjunto com representantes dos hospitais filantrópicos, rede de maior capilaridade no Estado, principalmente no interior.

O documento recebeu o aval das lideranças, entre elas o presidente da Associação dos Hospitais, Altamiro Bittencourt, e a presidente da Federação, Neusa Luiz.

Segundo eles, ainda serão discutidas ao longo dos próximos 70 dias detalhes sobre carência e procedimentos de média e alta complexidade.