Hospital aposta no aperfeiçoamento de equipes de Ressuscitação Cardiopulmonar

Só no Hospital São José de Criciúma existem 75 grupos treinados para atuar em casos de parada cardiopulmonar

Receba as principais notícias no WhatsApp

Está se tornando cada vez mais comum a ampliação dos treinamentos para emergências em todas as alas de hospitais. Em Criciúma o Hospital São José, o mais antigo e tradicional da cidade, aposta em peculiaridades nos treinamentos do pessoal. Uma destas atenções está nas equipes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP). Ao todo, são 75 grupos que atuam em todos os setores da instituição, conforme cada turno de trabalho. Elas tem como principal objetivo o de salvar vidas com segurança e agilidade.

Uma tela em salas estratégicas identifica o tempo em que cada paciente deve ser monitorado.  – Foto: Divulgação.Uma tela em salas estratégicas identifica o tempo em que cada paciente deve ser monitorado.  – Foto: Divulgação.

Cada setor do hospital conta com uma equipe de Ressuscitação Cardiopulmonar, composta por um enfermeiro, que é responsável em administrar as medicações, dois técnicos de enfermagem para realizar revezamento de massagem cardíaca, um técnico de enfermagem responsável em manter as vias aéreas e um médico. Essas pessoas são identificadas por uma braçadeira conforme sua função (vermelha: massagem cardíaca; verde: medicação; azul: vias aéreas), para que os demais membros possam identificar de forma rápida.

As equipes são treinadas conforme o Protocolo Institucional de Parada Cardiorrespiratória, que tem como objetivo tornar rápido, sincronizado e organizado o atendimento, aumentando a chance de sucesso na ressuscitação cardiopulmonar. Não raras vezes a ausência de equipes treinadas, num passado igualmente não muito distante, culminavam na perda de vidas mesmo com pacientes já dentro de hospitais. Este tipo de situação é cada vez menos comum.