Itajaí registra aumento de casos de dengue em novo boletim epidemiológico

Já o número de focos diminuiu na comparação com o mesmo período

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Redação ND Itajaí

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A cidade de Itajaí, no Litoral Norte catarinense, registrou um aumento no número de casos confirmados de dengue no mês de fevereiro. A Secretaria de Saúde de Itajaí, através da Gerência de Controle de Zoonoses, divulgou o segundo boletim epidemiológico de 2023, que trouxe dados comparativos com o mesmo período do último ano.

Número de focos do mosquito na cidade diminui, segundo levantamento – Foto: Prefeitura de Itajaí/Reprodução/NDNúmero de focos do mosquito na cidade diminui, segundo levantamento – Foto: Prefeitura de Itajaí/Reprodução/ND

Conforme o relatório, houve um aumento de casos confirmados da doença no período. Contudo, o número de focos do mosquito transmissor na cidade diminuiu, segundo a pesquisa.

O relatório mostra que foram registrados 17 casos positivos de dengue, sendo seis importados (transmitidos fora do município), quatro casos indeterminados e sete autóctones (transmissão dentro do município).

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Os casos autóctones ocorreram nos bairros Cordeiros (01), Fazenda (01), Ressacada (02), São Judas (01) e São Vicente (02).

Além disso, foram registrados em fevereiro deste ano 105 focos de Aedes Aegypti em 15 bairros, uma redução de 34% em comparação com o mesmo período de 2022, quando identificou-se 161 focos.

Prefeitura atua na conscientização e combate ao mosquito – Foto: Prefeitura de Itajaí/Reprodução/NDPrefeitura atua na conscientização e combate ao mosquito – Foto: Prefeitura de Itajaí/Reprodução/ND

Os bairros com maior número de focos são Cordeiros (25), Praia Brava (14), Fazenda (11) e São Vicente (11).

Os dados foram coletados entre os dias 1 a 25 de fevereiro, e indicaram um aumento expressivo no número de casos.

“Com o aumento de casos, é fundamental que a população não deixe água parada e verifique seus quintais frequentemente. Manter as piscinas tratadas, eliminar tampas dos vasos de flores ou colocar areia, tampar bem as caixas d’água e guardar depósitos que possam acumular água são cuidados simples, mas de extrema importância para combater o Aedes aegypti”, explica o coordenador do Programa de Combate a Dengue de Itajaí, Lúcio Vieira.

Durante o período do relatório, não foram registrados casos de chikungunya e zika vírus, doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. O boletim epidemiológico completo pode ser conferido através do site da prefeitura de Itajaí.

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