Só em 2021, Joinville, no Norte de Santa Catarina, confirmou mais de 16,4 mil casos de dengue, com os bairros da zona Sul da cidade liderando o ranking com maior número de casos. Além disso, cinco pessoas perderam a vida devido à doença causada pelo mosquito Aedes aegypti.
Ação será realizada neste sábado (20), no Cemitério São Sebastião – Foto: Divulgação/NDPara tentar conter o avanço no número de casos e os focos do mosquito, o município tem realizado ações de combate e, neste sábado (20), mais uma será feita, desta vez, na zona Leste da cidade. Entre 8h e 12h, agentes da Vigilância Ambiental farão uma verdadeira varredura em locais que podem servir de criadouros para o mosquito no Cemitério São Sebastião, no bairro Iririú. Além da dengue, o mosquito transmite, ainda, o zika vírus, febre chikungunya e febre amarela.
Os agentes verificarão caixas sem tampas, túmulos danificados e vasos de plantas com pratos, onde a água pode acumular, servindo de criadouro. Além disso, a vigilância chama a atenção para os sacos plásticos que costumam envolver os vasos e as flores.
SeguirO coordenador da Vigilância Ambiental, Anderson da Silva, chama a atenção para a estação chuvosa e o aumento de água acumulada no local.
“Com a primavera chuvosa que tivemos, muitos recipientes acumulam água. Enquanto chove, a água vai renovando e as larvas caem no chão e morrem. Quando para de chover é que nos preocupa muito, porque essa água parada e limpa pode ser um criadouro para mosquito”, salienta.
Ele reforça, ainda, a importância de limpar calhas e caixas de passagem, além dos vasos de plantas em casa. “Pelo menos uma vez por semana, cada morador precisa fazer uma varredura atenciosa em seu quintal. Uma tampinha de refrigerante já é capaz de ser criadouro para o mosquito”, finaliza.