O novo coronavírus continua assolando Joinville. Nesta quarta-feira (30) foram confirmadas mais sete mortes: cinco mulheres, de 63, 65, 66, 70 e 72 anos, e dois homens, de 50 e 88 anos.
A Secretaria Municipal da Saúde informou, ainda, que 41.435 casos de coronavírus foram confirmados na cidade desde o início da pandemia. Os recuperados agora somam 40.100 e, dos confirmados, 167 estão internados, 689 em isolamento domiciliar e 479 perderam a vida. Já foram realizados 153.486 exames, com 106.982 descartados e 5.069 aguardando resultado de exame.
A Secretaria Municipal da Saúde informou que 41.435 casos de coronavírus foram confirmados na cidade desde o início da pandemia – Foto: Carlos Júnior/DivulgaçãoCrianças internadas
Nesta quarta-feira (30), em Joinville, havia nove crianças menores de dez anos internadas em UTI. No total, 629 crianças até dez anos foram confirmadas com Covid-19 no município. A maioria, no entanto, já foi curada (96,1%). Há apenas 25 casos ativos nesta faixa etária em Joinville.
SeguirSintomas mais comuns em crianças
A pediatra do Hospital Infantil, Thayane Augusto Damasio, explica que os sintomas mais comuns da Covid-19 em crianças são coriza hialina, tosse seca, dor de garganta, febre baixa (na maioria dos casos); e em alguns casos diarreia e vômitos associados.
Os pais devem procurar atendimento médico quando perceberem desconforto respiratório na criança, febre há mais de três dias, incapacidade de ingerir sólidos ou líquidos, vômitos persistentes ou alteração do estado de consciência.
Prevenção
Segundo a pediatra, a melhor prevenção com relação a doenças infecciosas, como o coronavírus, é o isolamento social. O uso de máscara só é recomendado para crianças acima de dois anos, lembra a profissional.
Perguntada sobre se há medicamento para aumentar a imunidade das crianças, Thayane Damasio explica que não há milagre. O que deve ser feito, indica ela, é uma alimentação balanceada, manter um peso adequado para idade e ter sono adequado.
A única suplementação que deve ser usada é a mesma que a Sociedade Brasileira de Medicina preconiza: uso de vitamina D e ferro até os dois anos de idade.