A ONG Repórter Brasil, voltada à causa ambiental, coloca Florianópolis entre 763 cidades do país que distribuíram, entre 2008 e 2020, água com doses de substâncias químicas e radioativas acima do limite regulamentado.
Pesquisa avaliou dados enviados por empresas ou órgãos de abastecimento ao Ministério da SaúdeOs dados do “mapa da água”, segundo a ONG, são resultados de testes feitos por empresas ou órgãos de abastecimento e enviados ao Sisagua (Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano), do Ministério da Saúde.
O consumo diário aumentaria o risco de câncer, mutações genéticas, problemas hormonais, nos rins, fígado e no sistema nervoso –dependendo do produto.
SeguirEm nota, a Casan afirma que faz “um controle constante da água” e que investe “para aperfeiçoar seu atual sistema integrado de qualidade para reduzir o tempo das ações corretivas, tomando as devidas providências nos casos pontuais de desconformidade”.
Registrou ainda que as substâncias citadas “possuem um aparecimento pontual e sazonal, acompanhando estiagens rigorosas e recorrentes, como as enfrentadas em SC nos últimos cinco anos”.