Lockdown raiz? Há um ano Florianópolis encerrava um dia útil de maneira deserta

No dia 20 de março de 2020, três dias depois do decreto estadual de emergência, o mais próximo de um confinamento total foi constatado em Florianópolis, em episódio que marcou o início da pandemia

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    Tudo “começou” no dia 17 de março de 2020 quando passou a valera o Decreto 509. O documento, exposto em entrevista coletiva de urgência, impôs uma suspensão de uma série de atividades, no primeiro movimento adotado para conter o avanço do coronavírus que, na ocasião ainda recebia a alcunha de “novo”. – Foto: Secom/SC/divulgação
    Tudo “começou” no dia 17 de março de 2020 quando passou a valera o Decreto 509. O documento, exposto em entrevista coletiva de urgência, impôs uma suspensão de uma série de atividades, no primeiro movimento adotado para conter o avanço do coronavírus que, na ocasião ainda recebia a alcunha de “novo”. – Foto: Secom/SC/divulgação
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    Dia 19 de março de 2020, segundo dia do Decreto Estadual 512; policiais militares foram as ruas para orientar a necessidade de se evitar a circulação de transeuntes. O começo de uma situação que nunca mais voltou ao “normal” – Foto: Foto Flavio Tin/ND
    Dia 19 de março de 2020, segundo dia do Decreto Estadual 512; policiais militares foram as ruas para orientar a necessidade de se evitar a circulação de transeuntes. O começo de uma situação que nunca mais voltou ao “normal” – Foto: Foto Flavio Tin/ND
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    O terceiro dia do decreto estadual marcou, também, a proibição do transporte coletivo em todas as esferas. A Guarda Municipal de Florianópolis foi posicionada na entrada da Ponte Pedro Ivo e passou a controlar o acesso a Ilha de Santa Catarina – Foto: Foto Flavio Tin/ND
    O terceiro dia do decreto estadual marcou, também, a proibição do transporte coletivo em todas as esferas. A Guarda Municipal de Florianópolis foi posicionada na entrada da Ponte Pedro Ivo e passou a controlar o acesso a Ilha de Santa Catarina – Foto: Foto Flavio Tin/ND
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    Catracas isoladas no TICEN (Terminal de Integração do Centro) em uma das cenas simbólicas do período de quarentena;  – Foto: Foto Flavio Tin/ND
    Catracas isoladas no TICEN (Terminal de Integração do Centro) em uma das cenas simbólicas do período de quarentena;  – Foto: Foto Flavio Tin/ND
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    Permanência e circulação em praias também foi imediatamente proibida; “enxugamento” de todas as atividades começou a refletir em uma cidade fantasma. – Foto: Foto Flavio Tin/ND
    Permanência e circulação em praias também foi imediatamente proibida; “enxugamento” de todas as atividades começou a refletir em uma cidade fantasma. – Foto: Foto Flavio Tin/ND
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    Largo da Alfândega, na ocasião, há pouco tempo inaugurado no centro da capital Florianópolis virou um cartão postal (vazio) e de luxo – Foto: Foto Flavio Tin/ND
    Largo da Alfândega, na ocasião, há pouco tempo inaugurado no centro da capital Florianópolis virou um cartão postal (vazio) e de luxo – Foto: Foto Flavio Tin/ND
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    Centro de Florianópolis, na Praça XV de novembro, em cenário assustador e impensável poucos dias antes – Foto: Anderson Coelho/ND
    Centro de Florianópolis, na Praça XV de novembro, em cenário assustador e impensável poucos dias antes – Foto: Anderson Coelho/ND
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    Trapiche de Canasvieiras, abandonado sob um sol de mais de 30°C. Efeito quarentena no dia 20 de março, sexta-feira, dia útil e de calor na capital catarinense. – Foto: Anderson Coelho/ND
    Trapiche de Canasvieiras, abandonado sob um sol de mais de 30°C. Efeito quarentena no dia 20 de março, sexta-feira, dia útil e de calor na capital catarinense. – Foto: Anderson Coelho/ND
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    Cenário completamente fantasmagórico no centro de Florianópolis; imagem que ficará para a história – foto Flávio Tin/ND
    Cenário completamente fantasmagórico no centro de Florianópolis; imagem que ficará para a história – foto Flávio Tin/ND
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    Reflexo da quarentena e o decreto assinado pelo governo do Estado, dois dias antes; a pulverização do trabalho “delivery” em um período que (por pouquíssimo tempo) foi realidade – Foto: Foto Flavio Tin/ND
    Reflexo da quarentena e o decreto assinado pelo governo do Estado, dois dias antes; a pulverização do trabalho “delivery” em um período que (por pouquíssimo tempo) foi realidade – Foto: Foto Flavio Tin/ND

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