Dalva Tabachi e seu filho, Ricardo, compartilham momentos sobre o que é viver, conviver e ensinar a conversar sobre o espectro autista. Com 2,5 milhões de seguidores.
Mãe e filho autista viralizam nas redes sociais – Foto: Reprodução/@dalvatabachi/NDA mãe é autora do livro “Mãe, Me Ensina a Conversar” e compartilha a rotina de Ricardo quase que diariamente na internet.
Há quatro dias, por exemplo, Dalva compartilhou como foi a madrugada com Ricardo, onde ele estava inquieto, mas passava dicas do que “deveria ser feito” para ter uma melhor rotina de sono.
Seguir“Quando der 3h, desliga logo a TV, né? (…) Vem cá, mãe, sabe por que eu coloco ketchup no x-burguer? Porque eu gosto. Aquele ketchup era muito doce. (…) Eu tô com a boca seca, porque a garganta fica seca?”, conversa Ricardo com a mãe.
Confira o vídeo:
Ver essa foto no Instagram
Nos comentários, os seguidores ressaltam a fofura das interações entre mãe e filho.
“Eu não paro de ver esse amor”, diz uma. “Eu amo o Ricardo”, diz outra.
Há ainda outros vídeos que acumulam carisma e amor por parte de Ricardo e sua mãe.
Ver essa foto no Instagram
Mãe, Me Ensina a Conversar
O livro feito pela mãe e escritora narra os primeiros 25 anos do filho. Segundo Dalva, a literatura era uma forma de dar suporte para pais e mães que também têm filhos autistas.
Interação entre mãe e filho emociona a web – Foto: Reprodução/@dalvatabachi/NDApós o primeiro livro, a escritora lançou também o “Mãe, Eu Tenho Direito!”. Nele, é contada a luta para adaptar um autista adulto ao mundo e torná-lo uma pessoa com autonomia integrada ao universo familiar e social.
O que é o transtorno do espectro autista?
O TEA (transtorno do espectro autista) é caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e atividades.
Meu filho foi diagnosticado com TEA. O que devo fazer?
Segundo o Ministério da Saúde, a conduta indicada vai depender da gravidade do transtorno e da idade da criança, assim como deve ser decidida junto aos pais e compartilhada com a escola.
Quanto antes o tratamento for iniciado, melhor será o desenvolvimento e a qualidade de vida das pessoas com TEA.
Se você acha que seu filho (ou a criança pela qual você é responsável) não está se desenvolvendo conforme os marcos apresentados na caderneta da criança, a indicação do Ministério da Saúde é que você procure um profissional de saúde da Atenção Primária à Saúde (Posto ou Unidade Básica).