Enchente atingiu centenas de comércios em São Leopoldo (RS) – Foto: Márcio Falcão/NDTVCirurgião plástico Rodrigo D`eça Neves, em conversa com um outro colega, Dr. Aragão, ambos de Floripa, em grupo de WhatsApp, se mostrou curioso, pois com 56 anos de exercício médico, somados a outros 50 anos de experiência do Dr. Aragão, confessam nunca terem visto uma “epidemia” de leptospirose em nenhuma enchente. “Também na nossa região do Vale do Tubarão nem do vale do Itajaí Açu, Rio do Sul , Blumenau e outros municípios. e em outras no próprio Rio Grande do Sul, houve qualquer noticia de nenhuma peste. Resultaram apenas numa terra mais fértil como ocorre no Egito a cada enchente”, diz Dr. Aragão ao amigo Rodrigo. Ambos não veem justificativa de usar medicamento como preventivo como se fosse vacina numa população tão numerosa.
A discussão no grupo é sobre se enchentes causam ou não surtos de toxoplasmose (esses médicos afirmam que não) e se faz sentido o esforço de distribuir massivamente medicamentos preventivos (eles entendem também que não). Por isso a pergunta sobre quem estaria ganhando com essa suposta inutilidade e o quê?