A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) recebeu alta do hospital nesta quinta-feira (25), após sentir um mal-estar e ser levada ao atendimento médico, em Brasília.
Segundo a assessoria de imprensa do PL Mulher, do qual a ex-primeira-dama é presidente, o estado de saúde dela era estável. As informações são do R7.
Michelle Bolsonaro passou mal e foi levada a um hospital de Brasília nesta quinta (25) – Foto: Clauber Cleber Caetano/ PR“Ela deverá retornar para suas atividades profissionais nos próximos dias”, escreveu, em nota, a assessoria. Horas depois, o quadro de saúde da ex-primeira-dama foi atualizado. Ela sentiu uma forte enxaqueca e desconfiou de labirintite, mas o diagnóstico foi descartado pelos médicos.
SeguirEstado de saúde
“Sobre o estado de saúde de Michelle Bolsonaro, a assessoria de imprensa do PL Mulher informa que a presidente nacional do PL Mulher passa bem. A suspeita de labirintite não se confirmou. O diagnóstico foi de uma forte enxaqueca. Ela recebeu a medicação adequada e já está se recuperando em casa. Michelle Bolsonaro agradece pelos votos de boa recuperação”, escreveu a assessoria do PL Mulher.
Michelle Bolsonaro comanda Pátria Voluntária
O governo federal criou nesta quinta (25) um grupo de trabalho para fazer uma varredura nas informações do extinto Pátria Voluntária, programa criado na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com o objetivo de fortalecer o voluntariado no Brasil e que era liderado pela ex-primeira-dama.
A criação desse colegiado atende a uma recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU), que constatou indícios de irregularidades no programa e sugeriu ao Executivo adotar providências para dar transparência ativa aos atos administrativos de seleção, gestão e controle de prestações de contas das entidades beneficiárias dos recursos do projeto.
O TCU realizou uma auditoria no Pátria Voluntária e identificou, por exemplo, a ausência de critérios objetivos e isonômicos para a seleção de instituições sociais beneficiárias dos recursos financeiros privados captados no âmbito do programa, com restrição na participação de instituições no processo seletivo, o que ensejou “destinação ilegal dos recursos por parte da Casa Civil”.