Ministro da Saúde diz que variante Delta está sendo monitorada

Segundo o ministro, outros grupos estão em análise para inclusão no PNI (Programa Nacional de Imunização), como os adolescentes

Redação ND Florianópolis

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta quinta-feira (22) que o ministério está monitorando a variante Delta da Covid-19 e que é necessário haver um isolamento desses casos, ao mesmo tempo em que se avança no processo de vacinação em massa da população.

“O monitoramento não é nada diferente do que se fez desde o princípio. A vigilância genômica é o que permite diagnosticar qualquer variante, não somente a Delta. Já temos alguns casos identificados aqui no Brasil e o que precisamos fazer é isolar, não só aqueles que têm a variante Delta, mas que tenham outras formas do vírus, e avançar a campanha de vacinação”, disse o ministro.

Marcelo Queiroga estima que toda a população acima dos 18 anos receberá a primeira dose até setembro – Foto: Ailton de Freitas/MS/Divulgação/NDMarcelo Queiroga estima que toda a população acima dos 18 anos receberá a primeira dose até setembro – Foto: Ailton de Freitas/MS/Divulgação/ND

Queiroga passou o dia no Rio de Janeiro, onde visitou hospitais e um posto de saúde. Em conversa com jornalistas, o ministro foi questionado se enviaria mais doses para Estados e capitais que hoje estão atrasados na cobertura vacinal.

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“O ministério tem enviado doses cada vez em volumes crescentes. A estimativa é que, no mês de setembro, toda população acima de 18 anos já tenha recebido a primeira dose e 50% recebido a segunda dose. Com certeza, até o final do ano, toda a população acima de 18 anos terá recebido as duas doses da vacina”, destacou.

Segundo o ministro, outros grupos estão em análise para inclusão no PNI (Programa Nacional de Imunização), como os adolescentes: “Essas decisões não são do ministro, são tomadas no âmbito técnico do PNI. Alguns aspectos epidemiológicos são considerados, como o surgimento de variantes, como reforçamos agora em regiões de fronteiras, para criar uma proteção epidemiológica para que eventuais variantes não se tornem de transmissão comunitária no Brasil”.