Moisés afirma que busca parceria com o setor privado para frear lotação em UTIs de SC

Governador destacou também a importância da vacinação para prevenir casos graves das doenças e também a busca por atendimento nas unidades básicas de saúde

Redação ND Florianópolis

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O governador Carlos Moisés (Republicanos) visitou a sede do Grupo ND, em Florianópolis, na tarde desta segunda-feira (25), para a gravação do Conexão ND Voto +. Além disso, ele falou sobre as ações para frear a lotação nos hospitais de Santa Catarina.

SC conta com lotação na rede de leitos de UTIs pediátricos – Foto: Julio Cavalheiro/Secom/Divulgação/NDSC conta com lotação na rede de leitos de UTIs pediátricos – Foto: Julio Cavalheiro/Secom/Divulgação/ND

Assim como apresentou a reportagem do ND+, a SES (Secretaria de Estado da Saúde) informou, na última terça-feira (24), que 11 crianças aguardavam vagas por um leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) no SUS (Sistema Único de Saúde) do estado.

Neste cenário, o governador Moisés ressaltou a importância dos serviço de atenção básica e também mutirões para aumentar a taxa de vacinação, especialmente em crianças.

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“O primeiro movimento é recuperar a fé da população na vacina. O governo vem trabalhando na publicidade e mutirões com as secretarias municipais. O pai e mãe também precisam levar as crianças para fazer a vacinação. O desserviço de negar a vacina trouxe um prejuízo”, conta o governador.

De acordo com o painel de leitos de UTI, atualizado na manhã desta quarta-feira (25), apenas quatro dos 96 leitos pediátricos estavam disponíveis. Moisés alega que reconhece a atual situação crítica de lotações.

“O estado está se habilitando para comprar em clínicas privadas, caso seja preciso. A Secretaria [de Estado da Saúde] está chamando parceiros e ofertando os valores para que seja disponibilizados leitos para crianças”, complementa o governador.

Já sobre a lotação no atendimento da rede hospitalar, Carlos Moisés afirma que a maioria dos casos poderiam ser tratados nas unidades básicas de saúde.

“É necessário fortalecer a atenção básica da saúde. Nós descobrimos que 95% do atendimento do Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, poderiam ser resolvidos em unidades básicas com serviço oferecido pelo município. O problema que muitas cidades não oferecem pediatria”, finaliza.

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