O status “gravíssimo” apontado na classificação de risco para a pandemia do coronavírus e o aumento no número de casos e mortes que tornaram Joinville, no Norte de Santa Catarina, o epicentro da doença no Estado acendem o alerta das autoridades.
Último boletim divulgado na sexta-feira (17), apontava 29 leitos´de UTI disponíveis na cidade – Foto: Divulgação/Prefeitura Municipal de Joinville/NDAliado a isso, a ocupação dos leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) disponíveis na cidade e direcionados ao tratamento da Covid-19 motivou a cobrança do Ministério Público com relação a um planejamento que possa mudar o cenário na cidade.
O MP oficiou documentos que cobram informações sobre a ampliação de vagas de UTI na rede pública da cidade e, ainda, medidas que a Secretaria de Saúde planeja adotar em relação ao status gravíssimo no qual Joinville está classificada.
SeguirAlém disso, o MP encaminhou um ofício ao Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, cobrando explicações e prazos sobre as 20 novas vagas que estão sendo instaladas, mas ainda não estão aptas a receber pacientes e, também, informações sobre os medicamentos sedativos e bloqueadores musculares utilizados no tratamento.
Hoje, Joinville possui 105 leitos de UTI destinados ao tratamento de pacientes com a Covid-19. O último boletim divulgado pelo município, na sexta-feira (17) apontava uma taxa de ocupação de 72%, com 29 leitos de UTI disponíveis.