Mulher descobre doença rara após conviver por 10 anos com mancha na unha; entenda o caso

Maria Sylivia, de 26 anos, percebeu a mancha pela primeira vez em 2012, quando ainda estava clara e com bordas macias

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Redação ND Florianópolis

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A história por trás de uma mancha marrom que atravessava a unha do dedão da mão direita de Maria Sylivia, de 26 anos, viralizou no TikTok recentemente. Para quem achou a marca inofensiva, na verdade, se tratava de um melanoma subungueal.

Mulher descobre câncer por causa da unhaMulher descobre câncer por causa da unha – Foto: Internet/Reprodução/ND

O melanoma de unha, ou subungueal, é um tipo de câncer raro que pode ser notado pela presença de uma mancha vertical escura na unha que aumenta com o passar do tempo.

Por ser atleta, Maria afirma que sempre está passando por consultas médicas e exames físicos. Percebeu a mancha pela primeira vez em 2012, quando ainda estava clara e com bordas macias.

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Em 2014, um médico notou a linha na unha da paciente e pediu que ela procurasse um especialista somente se a marca mudasse de tamanho.

Maria pensava que era uma verruga, pois não sentia dor, e só foi ao médico por incentivo dos amigos para fazer uma biópsia, foi só aí que descobriu que a linha, na verdade, se tratava de um câncer.

Ela comentou que a mancha cresceu embaixo da unha, onde ficava o tecido cancerígeno. “O melanoma pode permanecer em um estágio chamado in situ, que é como o estágio zero, por até 13 anos”, conta.

A mulher precisou de cirurgia para retirar a unha e parte do osso. Após realizar diversos exames foi determinado que não havia mais células cancerígenas na região.

Após o susto, Maria aconselha qualquer pessoa com manchas esquisitas a consultar um médico. “Na maioria das vezes, você provavelmente está bem. Este é um câncer muito raro, especialmente para minha a demografia”, diz.

O melanoma de pele, de acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer), é considerado o tipo de câncer de pele mais agressivo, pois tem alta possibilidade de se espalhar para tecidos e órgãos vizinhos. Em 2022, foram registrados 8.980 casos no Brasil.

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