“Não há preferência”, diz Governador de SC sobre escolha da vacina

Carlos Moisés da Silva (PSL) afirmou que os catarinenses precisam ter acesso a imunização de forma emergencial

Foto de Willian Ricardo

Willian Ricardo Chapecó

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O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva (PSL) afirmou, nesta sexta-feira (11), que não tem preferência por vacina para garantir a imunização dos catarinenses assim que for aprovada a eficácia.

Governador falou ao ND em passagem por Chapecó – Foto: Willian Ricardo/NDGovernador falou ao ND em passagem por Chapecó – Foto: Willian Ricardo/ND

Questionado em Chapecó, cidade onde cumpre agenda nesta sexta, sobre a  escolha de aquisição da vacina CoronaVac ou Pfizer, Moisés afirmou que não há uma escolha definida. Ele deve seguir o protocolo de vacinação do Ministério da Saúde. 

“Não há nenhuma preferência. Desde que o Ministério da Saúde e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberem para a aquisição. Entendemos que não é de uma fonte só que o Brasil trabalha com vacinas, nem sempre o mesmo produtor”, afirmou. 

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A Fecam (Federação Catarinense de Municípios) oficializou na tarde de quinta-feira (10), o interesse das cidades catarinenses na compra da vacina CoronaVac, o imunizante da Sinovac. 

De acordo com a Fecam, a CoronaVac deve ser distribuída em SC após receber aprovação da Anvisa. É a primeira federação municipalista a assinar o protocolo da vacina produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

“Entendemos que neste momento de pandemia, de forma emergencial, a população precisa ter acesso a imunização segura e tecnicamente bem conduzida”, completou. 

Vacinação 

Santa Catarina tem previsão de iniciar a vacinação contra a Covid-19 em fevereiro, conforme a Fecam. Contudo, mesmo com a assinatura, o calendário de vacinação deverá ser definido posteriormente. O consultor em saúde da Fecam, Jailson Lima, avalia que se a vacina estiver disponível para os catarinenses em fevereiro “já é um grande passo”.

O governo de Santa Catarina abriu processo para a aquisição de seringas e agulhas para ações de imunização no Estado. A previsão é de que os materiais sejam consumidos em doze meses para novas vacinas, a partir de 2021. O Estado não confirma que a compra tenha a ver com a vacinação para o novo coronavírus.

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