Novo mapa de risco traz mudanças nos índices da Covid-19 em regiões de SC; saiba quais

Enquanto algumas regiões obtiveram melhora, outras retrocederam na análise sobre os riscos da Covid-19 no Estado

Juliane Guerreiro Joinville

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A nova matriz de risco da Covid-19, divulgada pelo governo de Santa Catarina neste sábado (21), trouxe mudanças no nível de algumas regiões, embora o número de áreas em cada um tenha se mantido o mesmo.

Como no mapa da última semana, duas regiões estão no nível gravíssimo, sete no nível grave e outras sete no nível alto. Porém, algumas áreas acabaram obtendo melhora ou piora nos índices avaliados.

Novo mapa de risco trouxe alteração em algumas regiões de SC – Foto: DivulgaçãoNovo mapa de risco trouxe alteração em algumas regiões de SC – Foto: Divulgação

A região de Xanxerê, por exemplo, apresentou piora nas diretrizes em relação à semana anterior. Antes no nível grave, agora ela está no patamar gravíssimo, o mais preocupante em relação à pandemia.

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Além dela, ainda apresentam piora na avaliação, passando do nível alto para o grave, as regiões da Serra Catarinense, Carbonífera e Alto Vale do Itajaí.

Já a Foz do Rio Itajaí, que antes estava no nível mais grave, obteve melhora nos índices de avaliação e passou de gravíssimo para grave no novo mapa de risco.

Também obtiveram melhora, passando do nível grave para o alto, as regiões do Alto Vale do Rio do Peixe, Extremo Oeste e Grande Florianópolis.

Novo mapa de risco trouxe mudanças no patamar de algumas regiões – Foto: Carlos JuniorNovo mapa de risco trouxe mudanças no patamar de algumas regiões – Foto: Carlos Junior

O que é avaliado na matriz de risco

A matriz de risco do governo estadual avalia quatro diretrizes para entender o nível de alerta em cada região.

No aspecto de monitoramento, que analisa o percentual de vacinados com calendário completo no Estado, três regiões estão classificadas no gravíssimo, com a maioria no nível grave.

Já a capacidade de atenção, que leva em conta a ocupação hospitalar, é o critério que surpreende pelo número de regiões em risco moderado, com dez no total. Apesar disso, três seguem em nível gravíssimo.

Em relação à transmissibilidade, três regiões também continuam no risco mais alarmante. Enquanto isso, no critério de gravidade, que analisa os óbitos e internações, duas continuam no nível gravíssimo.

Confira a avaliação dos parâmetros em cada região – Foto: DivulgaçãoConfira a avaliação dos parâmetros em cada região – Foto: Divulgação

Os dados avaliados são coletados semanalmente aos sábados, quando também são divulgados na matriz de risco.