Nunca é tarde demais para alcançar os seus sonhos

Escritora de 75 anos mostra que nunca é tarde demais para recuperar o bem estar

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Hello, leitores! Hoje venho contar para vocês a história de Rebeca Virginia, que ao se deparar com uma série de problemas que prometiam uma vida limitante, resolveu adotar um estilo de vida repleto de meditações, terapias energéticas e práticas terapêuticas não convencionais para assumir a responsabilidade pelo controle de sua própria cura.

E aos seus 75 anos de idade lançou um livro, chamado “Responsabilidade Curativa”, que relata todo esse processo.

Rebeca, com o livro que publicou aos 75 anos onde conseguiu alcançar um de seus sonhos. – Reprodução: Acervo Rebeca Virginia/NDRebeca, com o livro que publicou aos 75 anos onde conseguiu alcançar um de seus sonhos. – Reprodução: Acervo Rebeca Virginia/ND

O sentimento de frustração com a vida que se leva só pode ser combatido com mudanças de perspectivas e hábitos. Deixar de repetir pensamentos e ações que se mostraram inúteis e negativas é essencial para que o útil e o positivo se instalem.

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Mas para mudar é preciso inicialmente tomar consciência da causa do tormento e, a partir desse despertar, agir, procurando novas formas de viver.

Em sua obra, Virgínia mostra como encontrar-se doente em um período crucial de sua vida foi o impulso que precisava para mudar a vida que levava até então e tornar-se mais feliz.

“Agradeço às doenças. Elas me despertaram para uma reflexão sobre a exclusividade da minha responsabilidade sobre quem sou e me desafiaram a superar traumas pessoais, modelos culturais e crenças ultrapassadas que estavam protegidas por uma narrativa que não me servia mais”, diz.

Como tudo aconteceu

Virgínia sempre cuidou da saúde. Não estava acima do peso e praticava exercício físicos regularmente.

Mesmo assim, aos 70 anos, recebeu o diagnóstico de artrose no joelho esquerdo, com uma sentença peremptória de sua médica: “A partir de uma determinada idade, rugas, cabelos brancos e artrose, todos teremos”.

Aquela frase a incomodou, pois não queria viver uma velhice decrépita, com “pílulas de conformismo e uma agenda comprometida com médicos, exames e remédios”.

Ela não aceitou muito bem o diagnóstico de artrose e entendeu que os médicos se preocupavam com a doença e não com o paciente. Sua intuição a empurrava para causas psicossomáticas, mas precisava angariar mais informações para sustentar sua teoria.

A partir dessas revelações, as transformações necessárias para a sua cura aconteceram rapidamente. “Quando se toma consciência do conflito e o corpo vital se estabiliza, o processo de cura começa”, diz.

A mudança

Virgínia conta que após algumas sessões de hidroterapia, se deu alta. Não precisou de cirurgia, não tomou nenhum anti-inflamatório, antibiótico ou analgésico. “Dizem que cartilagens não se recuperam, mas as minhas contrariam essa crença: estou curada e levo uma vida normal”, afirma.

O relacionamento com seu filho também melhorou bastante. “Fantasiosas arestas foram ressignificadas e nós convivemos em perfeita harmonia”, diz.

Virgínia relata que após estudos a respeito do corpo e da cura, e ao conseguir reverter seu problema no joelho, ficou evidente para ela e impossível de ser ignorada a influência da mente no corpo. A partir daí, sabia que poderia ter o controle da gestão do próprio corpo e de suas enfermidades.

Foi importante para essa decisão também conhecer a ciência quântica. “Ela nos mostra que o mundo não pode ser analisado em elementos isolados que supostamente parecem ter existências independentes”, explica.

Ou seja, corpo e mente também estão interligados e entender essa conexão é fundamental, segundo Virgínia, para assumir com competência e responsabilidade a administração da qualidade de sua existência.

E a melhor prática que ela encontrou e  que foi o que mais me encantou em toda a sua história, foi incluir o hábito da meditação como prática diária.