Desde que São Paulo anunciou a criação de um ‘passaporte da vacinação’, a medida passou a ser avaliada em diversas outras cidades brasileiras. Em Joinville, ao questionar a Secretaria Municipal de Saúde se o município aplicaria também esse método, a resposta é não. Pelo menos por enquanto.
Passaporte da vacinação tem intenção de controlar disseminação da Covid-19 em vários estabelecimentos – Foto: Moisés Stuker/NDTVEm Joinville, a prioridade é imunizar toda a população com as duas doses. De acordo com último boletim da secretaria de saúde desta terça, 352.148 tomaram a primeira dose, o que equivale a 93,5%. Com a segunda ou a dose única, 146.028 pessoas. A prefeitura informou ainda pela assessoria que neste momento não está em estudo nenhum projeto de obrigatoriedade de comprovante para acessar os ambientes. O foco está em conscientizar o joinvilense a concluir o calendário vacinal.
Outro município catarinense que também anunciou que não adotará essa iniciativa foi Criciúma, com vídeo publicado pelo prefeito Clésio Salvaro. Na prática, os moradores ou visitantes devem comprovar a imunização contra a Covid-19 para a entrada em bares, restaurantes, eventos, entre outros. A comprovação seria completa por meio da carteirinha de vacinação ou até um aplicativo.
SeguirPor outro lado, aqui em Santa Catarina, o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), foi o primeiro do estado a anunciar também essa ação para conter disseminação da Covid-19.
Mas há algumas horas, a prefeitura de São Paulo, onde tudo originou sobre o assunto, um recuou na decisão sobre a obrigatoriedade de apresentar o comprovante de imunização contra covid-19 nos estabelecimentos. Segundo a Secretaria municipal da Saúde, o passaporte da vacina será exigido, apenas, em grandes eventos, como feiras, congressos ou espetáculos.
A todos, o principal recado então é: tome a vacina e não esqueça das duas doses.