O mistério continua. Pessoas muito jovens morrem subitamente de causas “indeterminadas” depois de terem tomado a vacina de Covid. São incontáveis casos sem investigação. A sociedade está aceitando isso. Alguns reagem, perguntam. Mas o fato é que a sociedade como um todo resolveu conviver com algo inaceitável.
Uma vacina ainda em desenvolvimento que não impede a infecção, nem o contágio – constituindo-se no primeiro caso de imunizante com imunização relativa, o que evidentemente não existe.
Doses de Covid-19 aplicadas – Foto: Leandro Schmdt/PMC/Divulgação/NDSob a alegação anticientífica e não aferível de que a redução da pandemia é devida a essa vacinação ainda repleta de lacunas nos seus estudos, mantém-se em diversas partes o regime insano de obrigatoriedade.
SeguirO que está acontecendo? Há um pacto pela ocultação dos efeitos adversos dessas vacinas? Ou possíveis efeitos adversos, já que os registros em sua imensa maioria ficam no sistemada Anvisa sem resposta alguma às famílias e à sociedade. Os que estão levando adiante esse programa irresponsável não temem ter de responder um dia pelos seus atos? Segue aqui mais um relato de uma mãe que gostaria de saber o que aconteceu com seu filho, e que a sociedade deixou falando sozinha:
“Meu amado filho Danylo Zinneck Nobre, 15 anos, de São Sebastião/SP, tomou duas doses de Pfz em 24/8/2021 e 19/10/2021.Dezoito dias depois apresentou leve fadiga.Depois, fraqueza nas pernas. Então, começou a sentir a visão turva e sensação de peso na cabeça.
Em 6/1/2022, teve uma convulsão e foi entubado com dificuldade de deglutição e fala enrolada. Em menos de uma hora,descontrole total: o troncoencefálico atingiu o bulbo responsável pela deglutição e parte motora. Foi transferido para São José dos Campos, para o Hospital Municipal Florence.
Lá, foi feito exame de líquor sem presença de bactéria ou vírus. Ressonância normal, diversas tomografias e nada de anormalidade. Exames biomédicos diários PCR, todos normais. Ficou com paralisia no diafragma e nos membros superiores e inferiores, e foi traqueostomizado.
Foi diagnosticado com encefalite do tronco cerebral de Bickerstaff autoimune (BBE), uma doença neurológica rara, que afeta o sistema nervoso central e periférico. Fez tratamento deplasmaférese, procedimento com o objetivo de filtrar o sangue,retirando do plasma as substâncias que estão causando dano.
Porém, na quinta sessão sofreu um AVC hemorrágico, que foi reabsorvido 80%, e colocada uma derivação DVE. Ao fazer a troca do DVE, porém, houve sangramento e morte encefálica.
Meu filho era totalmente sadio, nunca havia adoecido,não sabia nem o que era febre. Depois do ocorrido, fiquei com ele dois meses em uma sala de UTI, numa linha tênue cheia de sobressaltos. O óbito foi em 3/3/2022.”