Autoridades irresponsáveis continuam exigindo o famigerado passaporte vacinal para que o cidadão possa viver em sociedade.
Essas autoridades fingem não ver a ineficácia dessa medida (já suspensa em diversos países) e os riscos ainda em estudo das vacinas de Covid-19.
Brasil recebe primeiro carregamento de vacinas da Pfizer contra a Covid-19 para maiores de 12 anos nesta sexta (4) – Foto: Tânia Rêgo/Agência BrasilContinuamos trazendo os depoimentos dos que aguardam a investigação de efeitos adversos graves pós-vacinação: “Vou relatar, com muita dor, o que aconteceu com o meu filho Guilherme Alves Silva, meu único filho, de apenas 13 anos, que era extremamente saudável e um atleta. No dia 06/02/2022, data de aniversário de meu esposo, passaríamos o dia em um resort para comemorar a data.
SeguirMeu amado filho Guilherme brincou na piscina por meia hora, saiu, veio até mim e me pediu a toalha, enxugou o rosto, pediu o celular e foi sentar-se em uma cadeira mais ao fundo do local. Após alguns minutos, sua tia percebeu que ele estava imóvel, com a perna esticada, celular caído no chão, e olhando para o horizonte.
Como ele não respondia, ela elevou suas pernas. Ele caiu da cadeira e começou a se debater. Ela gritou por socorro e chamamos o SAMU. A médica do local disse que ele ainda estava com pulso. Enquanto isso meu esposo auxiliava com a respiração boca a boca.
Após várias tentativas de reanimação, começou a sair sangue pelas narinas e boca de meu filho. Após quarenta minutos o SAMU chegou, mas nem tinha material para socorro. Tinham somente oxigênio, que acabou alguns segundos depois, e tampouco médico, somente socorrista.
Fizeram outra tentativa para reanimar o meu filho, até que outra viatura, desta vez com um médico, chegasse. Foram 30 ou 40 minutos tentando reanimá-lo até anunciarem o óbito de meu amado filho.
Guilherme Alves Silva tinha 13 anos – Foto: Divulgação/NDEncaminharam o corpo de meu filho ao IML, entretanto passaram pelo Pronto-Socorro, e daí direto para a funerária. Quando questionamos sobre a necropsia, nos foi falado que, por ser morte de causa natural, não haveria necessidade de tal procedimento. Estamos arrasados com o falecimento de nosso amado filho! Guilherme era uma criança saudável e não tinha absolutamente nenhuma comorbidade.
Meu filho foi inoculado com as duas doses da vacina contra a Covid-19 Pfizer em 13/08/2021 e em 11/11/2021,aqui em Rio Branco/AC. Após o falecimento de meu filho, vimos as câmeras de segurança do local, e conseguimos perceber o Gui colocar as mãos no peito, esticar o braço para trás do corpo e fazer uma expressão facial de dor.
Essa imagem não sai da nossa cabeça, e nos questionamos se meu filho poderia ter tido um infarto. Queremos uma resposta, queremos saber quem irá se responsabilizar. Estamos em um grupo de apoio às vítimas das vacinas e encontramos muitos casos como o de meu filho.”