Como se sabe, as plataformas de rede social “não gostam” que se fale sobre efeitos adversos de vacinas de Covid – e desclassificam postagens que mencionem os riscos dessas substâncias cujos estudos ainda estão incompletos.
A história dirá quem foi leal com a saúde pública. As plataformas também “não gostam” que se noticie a eficácia duvidosa dessas vacinas. No dia 16 de março, o Twitter bloqueou o acesso deste signatário à sua conta com 1 milhão de seguidores.
Vacinação contra a Covid-19 – Foto: Freepik/Divulgação/NDA justificativa para essa medida ainda não foi apresentada pela plataforma. O bloqueio foi feito por conta de um post com dados sobre óbitos entre vacinados contra Covid na Inglaterra. Não é permitido. É preciso fingir uma eficácia e uma segurança que só existem na propaganda.
SeguirA todos os que estão compactuando com isso: entendam a gravidade do que estão fazendo. Enquanto isso, seguimos apresentando relatos sobre afeitos adversos graves à espera de investigação pela autoridade sanitária: “Meu nome é Harley Patente, 33 anos, de Comercinho/MG. Jogava bola com frequência, sempre fui saudável. No dia 24/08/2021 tomei a 1a dose da Pfizer. No mesmo dia senti dor no braço e calafrios, sintomas que se repetiram nos dias seguintes.
Após 15 dias,comecei a sentir muita dor no peito e no braço esquerdo, uma espécie de dormência, fraqueza. Minhas unhas ficaram roxas e as extremidades muito doloridas. Procurei um médico na minha cidade, mas sem recurso nenhum, ele me passou um remédio para dor muscular.
A dor durou alguns dias e depois passou. No dia 11/11/21,em que estava marcada a 2a dose, eu não consegui me levantar. Já não sentia minha perna esquerda. Fui novamente ao posto de saúde e me encaminharam a Medina, cidade vizinha, também pequena, sem recursos.
Chegando lá meu pé já estava completamente roxo. Iniciaram o anticoagulante. Eu sofri quatro dias, passava as noites sentado, gritando de dor, nem morfina resolvia.
Os médicos viram que era grave e tentaram uma transferência para o hospital de referência em Teófilo Otoni, mas não consegui vaga pelo SUS. Mesmo assim fui avaliado e me disseram que senão fizesse operação urgente, corria risco de perder a perna.
Decidimos ir no particular mesmo, diretamente para a cirurgia, no Hospital Santa Rosália. Três cortes na perna para retirar o tecido necrosado. Fiquei cinco dias lá, total de R$ 25 mil gastos, que conseguimos pagar com arrecadações. Ainda sob risco de perder a perna, consegui a vaga no hospital do SUS.
Hoje me encontro em casa em recuperação, muitas vezes arcando com consultas médicas, exames e medicações. Retiraram muita musculatura da perna,não tenho movimento no pé esquerdo. Tenho fé e creio que Deus proverá a minha recuperação.”