Permanece o jogo de faz-de-conta em torno das vacinas de Covid – com a participação de autoridades de saúde, médicos, imprensa e grande elenco. Quais são as chances, por exemplo, de um adolescente de 13 anos perfeitamente saudável e com baixíssimo risco de complicações graves por conta de Covid passar a ter problemas cardiovasculares a partir dessas vacinas que vocês fingem que são seguras?
Você não tem essa resposta. Nem você, nem ninguém no mundo – porque os múltiplos casos como o de João Vitor não foram devidamente investigados,em termos de causalidade relacionável com a vacina. Só vemos a repetição do mantra hediondo: vacina de Covid é segura, pode tomar. Um dia a realidade vai explodir na cara de todos vocês. Enquanto isso coloquem-se no lugar da mãe de João Vitor, se a desumanidade de vocês ainda permitir esse exercício:
Vacina contra a Covid- Foto: Freepik/ND“Eu sou mãe de João Vitor Costa Lima, de 13 anos. Ele tomou a 1ª dose de Pfizer em 30/11/2021. Apenas três dias depois ele relatou que estava passando mal. Sentia palpitações no coração, falta de ar e muita dor no peito. Ele só queria ficar bebendo água. Tentei acalmá-lo.
SeguirPassaram-se os dias, até que finalmente associei o fato à vacina, e procurei ajuda médica. Levei meu filho a um cardiologista. Foi feita uma bateria de exames, eletrocardiograma. Foi colocado Holter,um eletrocardiograma contínuo e portátil para acompanhamento por 24h. A finalidade deste exame é identificar distúrbios do ritmo cardíaco. Recebemos o diagnóstico: pericardite pós-vacinal. Pericardite é a inflamação da membrana que cobre o coração.
Os exames indicaram que ele havia sofrido um pequeno infarto, mas que, graças a Deus, não havia provocado lesão no miocárdio. João Vitor teve que tomar medicamentos por seis meses e ficar sem atividade física nenhuma até que saíssem todos os resultados. Ele sempre vai precisar de a companhamento médico por conta da pericardite.
Jamais darei a 2ª dose. O médico que o atendeu disse que não havia sequer a necessidade de haver tomado a 1ª, uma vez que João já havia tido Covid e passou super bem. O médico disse que tivemos muita sorte por ter procurado um cardiologista.Para as mães que têm dúvidas sobre vacinar ou não seu filho contra Covid eu digo: não vacinem!As crianças nunca apresentaram riscos nem com a doença, nem em transmitir. Então, por que vacina?
Quando você leva seu filho para se vacinar, eles nunca falam o risco que as crianças estão correndo! Graças a Deus o João conseguiu me relatar o que estava sentindo. Mas, e se fosse uma criança de 5anos, será que ela saberia contar que estava passando mal? Essa vacina não é proteção nenhuma. Só eu sei o que passei com meu filho!” (Londrina/PR)