O que deve mudar com a nova matriz de risco da Covid-19 em SC

Estado avalia um novo modelo de construção do mapa de risco; entre os critérios deve estar o percentual de população vacinada de cada região

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Redação ND Florianópolis

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Santa Catarina avalia um novo modelo do mapa de risco, divulgado semanalmente, que aborda a situação da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) em todas as 16 regiões do Estado.

Último mapa de risco divulgado pelo Estado – Foto: Reprodução/SESÚltimo mapa de risco divulgado pelo Estado – Foto: Reprodução/SES

Entre os objetivos, serão adotados novos critérios para a avaliação de cada região. Entre eles, a questão da imunização contra o vírus. Farão parte das avaliações o número total de pessoas completamente imunizadas, ou seja, que tomaram as duas doses da vacina, além das que já tiveram a doença e que, teoricamente, já adquiriram anticorpos.

Além disso, a ocupação de leitos de UTI (Unidade de terapia intensiva) também deve ganhar destaque na nova avaliação. Quando houver superlotação, a região receberá um aviso sobre a situação para que possa adotar novas providências para frear o avanço de casos.

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Apesar do avanço da imunização, com impacto positivo na contaminação e letalidade de grupos como idosos e profissionais de saúde, o secretário alerta para a necessidade de manutenção das regras de prevenção. E manifestou preocupação com o expressivo aumento de mortes na população com menos de 39 anos.

Ainda sem uma data oficializada para acontecer, a tendência é de que o novo modelo entre em vigor nas próximas semanas. Por enquanto a pasta realiza ajustes para adequar o novo critério ao que já é utilizado.

Atualmente, a matriz de risco considera quatro itens: evento sentinela (que mede a variação de óbitos e o comportamento da pandemia), a transmissibilidade (que mede número de casos e potencial de infecção), monitoramento (que avalia a positividade dos testes para a doença), e a capacidade de atenção (que considera a ocupação de leitos de UTI).

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