Pfizer anuncia entrega de 2,4 milhões de vacinas até quinta-feira

Farmacêutica também garantiu que deve entregar ao Brasil 200 milhões de doses até o fim de 2021

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R7 São Paulo

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A farmacêutica Pfizer anunciou que entregará ao Ministério da Saúde 2,4 milhões de doses da sua vacina contra Covid-19 até esta quinta-feira (3). Além disso, garantiu a entrega de 200 milhões de doses até o fim de 2021.

Remessa de vacinas da Pfizer no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) – Foto: Arquivo/Polícia Federal/Divulgação/NDRemessa de vacinas da Pfizer no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP) – Foto: Arquivo/Polícia Federal/Divulgação/ND

As entregas desta semana serão dividas em três dias. A previsão é que a primeira remessa, de 936 mil doses, seja entregue nesta terça (1º) e na quarta-feira (2); e a segunda, de 527 mil doses, deve ocorrer na quinta-feira (3). Todas as entregas serão recebidas no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP).

A entrega faz parte de um acordo firmado em 19 de março que prevê a disponibilização de 100 milhões de vacinas ao país até o final do terceiro trimestre deste ano. “Somadas aos lotes anteriores, mais de 3,4 milhões de doses foram entregues”, aponta nota da Pfizer.

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A primeira entrega foi realizada no dia 29 de abril com 1 milhão de doses; a segunda em 5 de maio, com 628.290, e a terceira no dia 12, ambém com 628.290 doses. A quarta entrega foi no dia 19, com 629.460 doses. A quinta entrega, com 629.460, ocorreu na última quarta-feira (26).

A estimativa é que 200 milhões de doses sejam entregues este ano, o que permitirá a vacinação de 100 milhões de brasileiros, já que o imunizante requer duas doses – no país está sendo aplicado com intervalo de três meses.

A vacina da Pfizer foi a primeira a obter o registro definitivo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e já está sendo aplicada no país.

Segundo um estudo de pesquisadores do Instituto Pasteur de Paris, divulgado na sexta-feira (29), o imunizante produz anticorpos capazes de neutralizar a variante indiana do coronavírus, embora sua eficácia seja um pouco menor.

Um estudo japonês demonstrou que a vacina também protege contra as variantes do Reino Unido, África do Sul e brasileira, consideradas preocupantes pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

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