Projeto de doutoranda do Sul de SC é vencedor de premiação nacional em evento médico

Trabalho sobre infecção generalizada foi apresentado por doutoranda do Laboratório de Fisiopatologia Experimental da universidade do extremo sul.

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A doutoranda Emily da Silva Córneo, que apresentou nesta quarta-feira (10) trabalho desenvolvido no programa de pós-graduação em ciências da saúde do Laboratório de Fisiopatologia Experimental da Unesc, que tem campus sede em Criciúma, foi destaque na 26ª edição do Congresso de Medicina Intensiva. O evento nacional que está sendo realizado desde domingo e até sábado, de forma virtual, conheceu o programa inédito.

Emily da Silva Córneo é do Laboratório de Fisiopatologia Experimental da Unesc. – Foto: DivulgaçãoEmily da Silva Córneo é do Laboratório de Fisiopatologia Experimental da Unesc. – Foto: Divulgação

A pesquisa de Emily, intitulada “Inibidor de armadilhas extracelulares de neutrófilos: Um potencial alvo terapêutico para a Covid-19”, foi iniciada em 2020 e conta com a parceria de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, com quem a doutoranda trabalhou pessoalmente ao longo de um período no início de 2021.

Conforme a pesquisadora, a conquista se deve não só a sua própria dedicação, mas de todos os pesquisadores do Laboratório de Fisiopatologia Experimental da Unesc e dos colaboradores da USP de Ribeirão Preto que trabalharam para a concretização do projeto. “É um sentimento de muita felicidade pelo prêmio ganho. Para nós, pesquisadores, ter este reconhecimento é uma honra, pois nos incentiva a estarmos sempre em busca de novos conhecimentos e descobertas no âmbito da pesquisa científica”, destaca.

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Conforme ela, a pesquisa teve apoio incondicional do orientador com extensa experiência na área e exímia atuação no enfrentamento à Covid-19, professor Felipe Dal-Pizzol, orientador do projeto, além do coorientador Fernando de Queiroz Cunha e do professor Flavio Protásio Veras.

Para Dal Pizzol, este é o maior Congresso de Medicina Intensiva no Brasil, que reforça a importância da pesquisa realizada na Unesc e sua importância em nível nacional. “Especificamente os resultados dela são frutos de uma parceria com um dos grupos mais importantes do país da USP de Ribeirão Preto, com o colega professor Fernando Cunha. A Emily tem todo o mérito e esteve em São Paulo participando diretamente desses experimentos”, acrescenta.

Além do destaque nacional, a doutoranda foi reconhecida com premiação em dinheiro para investimento em seu desenvolvimento profissional.