Projeto prevê que o teste do pezinho possa detectar até 53 doenças; entenda

Medida modifica o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) para incluir no rol do teste do pezinho doenças como distrofia muscular

Foto de Agência Brasil

Agência Brasil Brasília

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O Senado aprovou nesta quinta-feira (25) o PL (Projeto de Lei) que amplia o alcance do teste do pezinho (triagem neonatal).

O projeto modifica o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) para incluir no rol do teste do pezinho doenças como distrofias musculares e enfermidades neuromusculares. O texto segue para a Câmara. As informações são da Agência Senado.

Atualmente, teste do pezinho pode detectar seis doenças – Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado – Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado/NDAtualmente, teste do pezinho pode detectar seis doenças – Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado – Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado/ND

Atualmente, a triagem neonatal oferecida pelo SUS é capaz de detectar seis doenças: fenilcetonúria; hipotireoidismo congênito; doenças falciformes e outras hemoglobinopatias; fibrose cística; hiperplasia adrenal congênita; e deficiência de biotinidase.

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Com a versão ampliada, o teste poderá detectar até 53 doenças, inclusive enfermidades consideradas raras e que só podem ser descobertas após exames na rede particular de saúde.

Exame obrigatório

O teste do pezinho é obrigatório e gratuito. Segundo o Ministério da Saúde, a triagem neonatal, também conhecido como teste do pezinho, é um exame que deve ser realizado em todos os recém-nascidos, normalmente a partir do terceiro dia de vida.

O teste ajuda a diagnosticar algumas doenças genéticas e metabólicas. Dessa forma, caso seja identificada alguma alteração, o tratamento pode ser iniciado logo em seguida, de forma a evitar complicações e promover a qualidade de vida da criança.

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