Remédios ficam até 5% mais caros a partir desta segunda; veja quais tipos podem aumentar mais

Apesar do teto mais alto que em 2024, o reajuste médio do preço de medicamentos deste ano é o menor desde 2018

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Redação ND Florianópolis

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O governo federal autorizou reajuste máximo de 5,06% no preço de remédios a partir desta segunda-feira (31 de março) conforme resolução publicada no DOU (Diário Oficial da União). A correção seguirá três faixas.

Teto do preço de remédios é fixado em 5,06%O reajuste do preço de medicamentos não significa um aumento automático, mas estabelece limite para cobrança – Foto: Unsplash/ ND

A decisão é da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), órgão interministerial responsável pela regulação do segmento. O índice de aumento no preço de remédios corresponde à inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) nos 12 meses encerrados em fevereiro.

Confira as três faixas de reajuste no preço de remédios

Reajuste médio no preço de medicamentos é o menor desde 2018O nível 3 representa 77,2% dos remédios, que terão reajuste máximo de 2,60% – Foto: Divulgação/Freepik/ND

A resolução estabelece três faixas para o teto do reajuste, conforme o índice de concentração de mercado por classe terapêutica:

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  • Nível 1: 5,06%
  • Nível 2: 3,83%
  • Nível 3: 2,60%
Governo federal autoriza reajuste do preço de remédios em três faixasPreço de medicamentos poderão aumentar nas farmácias a partir desta segunda-feira, porém, não podem ultrapassar teto – Foto: Freepik/Divulgação/ND

A correção do preço de remédios é anual. Em 2024, o teto do aumento dos valores foi de 4,5%. O reajuste médio deste ano é o menor desde 2018, visto que 77,2% dos medicamentos são de nível 3 e terão aumento máximo de 2,60%.

“As empresas detentoras de registro de medicamentos deverão dar ampla publicidade aos preços de seus produtos, por meio de publicações em mídias especializadas de grande circulação, não podendo ser superiores aos preços publicados pela CMED no Portal da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)”, determina a resolução.

Com informações do Estadão Conteúdo

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