Ozempic e Wegovy mais acessíveis: veja preços para tentar conter uso irregular no Brasil

Medida foi anunciada pela farmacêutica Novo Nordisk logo após concorrente chegar no país; preços reduzem em até 20%

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Vivian Leal Florianópolis

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Ozempic – Foto: Shutterstock/Reprodução/NDOzempic – Foto: Shutterstock/Reprodução/ND

Os medicamentos Ozempic e Wegovy, recomendados para tratamento da Diabetes tipo 2 e frequentemente usados para perda de peso, ficam mais baratos a partir desta segunda-feira (2).

Segundo a farmacêutica Novo Nordisk, responsável pela fabricação das medicações, a medida busca combater o uso de produtos irregulares e que podem trazer risco à vida.

O anúncio surge logo após o Mounjauro, principal concorrente de Ozempic e Wegovy, chegar ao Brasil. As canetas têm como princípio ativo a semaglutida, substância usada para controlar a Diabetes tipo2 e controlar a obesidade.

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Medicamento similiar ao Ozempic é produzido em fase piloto no Brasil – Foto: Freepik/NDMedicamento similiar ao Ozempic é produzido em fase piloto no Brasil – Foto: Freepik/ND

Veja novos preços de Ozempic e Wegovy

Com a novidade, as caixas da medicação terão uma significativa redução no preço, podendo baixar até R$ 200 do valor original.

A maior queda será em caixas com 0,25 mg, cujo preço médio é de R$ 1.026. Com a mudança, o preço para quem compra online passará a ser R$ 825 e nas lojas físicas, R$ 925.

Confira tabela completa:

Nova tabela de preços dos medicamentos Ozempic e WegovyNova tabela de preços dos medicamentos Ozempic e Wegovy – Foto: Reprodução/ND

Conforme divulgado pelo Estadão, os novos valores serão disponibilizados no programa Novo Dia, voltado para pacientes com diabetes e obesidade. A Polícia Federal afirma que, só em 2024, mais de 420 mil canetas clandestinas foram apreendidas.

Por que houve redução no preço das medicações?

Em nota encaminhada ao ND Mais, a Novo Nordisk afirmou que “a iniciativa visa não apenas tornar essas terapias inovadoras e clinicamente comprovadas mais acessíveis, mas também conter o uso crescente de alternativas irregulares”.

“Esse ajuste na nossa política de preços é um passo fundamental para garantir que mais pessoas tenham acesso aos tratamentos necessários para o controle de doenças crônicas”, disse a general manager da Novo Nordisk no Brasil, Isabella Wanderley.

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