O governo do Estado divulgou neste sábado (16) a nova Matriz de Risco Potencial de Santa Catarina para a Covid-19. Pela segunda semana consecutiva, o Estado não apresentou nenhuma região em risco gravíssimo – cor vermelha – ou grave – cor laranja.
Matriz de Risco divulgada neste sábado (16) – Foto: Governo de Santa Catarina/Divulgação/NDO Mapa apresenta 14 regiões como risco potencial alto – cor amarela – e três como risco potencial moderado – cor azul. As mudanças relacionadas aos índices do coronavírus seguem acontecendo em todas as regiões. O Alto Vale do Itajaí, que estava classificado como alto risco, passou a ser considerado como moderado nesta semana.
O Alto Uruguai catarinense e o Alto Vale do Rio do Peixe também estão classificados como alto risco. Enquanto isso, as regiões do Vale do Itapocu e a Serra catarinense passaram de risco moderado para alto risco.
SeguirO restante das regiões em alto risco ainda são a Carbonífera, Extremo Oeste, Extremo Sul Catarinense, Foz do Rio Itajaí, Grande Florianópolis, Laguna, Médio Vale do Itajaí, Meio Oeste, Nordeste, Oeste, Planalto Norte, Serra catarinense, Vale do Itapocu e Xanxerê.
Vacinação como melhoria nos indicativos
Um dos principais fatores que vêm auxiliando a diminuição dos fatores de risco em Santa Catarina é a ampliação da cobertura vacinal no Estado. Até o momento já foram aplicadas mais de 9,4 milhões de doses de vacina contra Covid-19.
Desse número, 5,4 milhões de catarinenses já receberam a primeira dose (75,4% da população total), e 3,8 milhões receberam a segunda dose ou dose única, estando completamente imunizados (52,8% da população total). Além disso, 124.276 idosos e trabalhadores de saúde já receberam a dose de reforço.
Outras 7.382 pessoas com imunossupressão grave receberam doses de reforço das vacinas. O avanço da imunização também reduziu a gravidade da pandemia em relação às ocupações dos leitos de UTI e às taxas de mortalidade em todo o Estado. As informações são do Vacinômetro do governo estadual.
O executivo catarinense destaca que, para reduzir ainda mais o risco de transmissão e contaminação da doença, é necessário avançar com a imunização no Estado, principalmente com as segundas doses e as doses de reforço.
Além disso, o governo catarinense ressaltou a importância de manter as medidas de prevenção sanitárias, como o uso de máscaras, distanciamento social, evitar aglomerações e buscar ambientes ao ar livre e com ventilação natural, que contribuem para manter o Mapa de Risco estável.