Com a regulamentação do Telessaúde Brasil, o país dá um passo importante na direção da democratização do acesso à saúde. Por meio do programa serão oferecidos atendimentos especializados de médicos à distância a municípios localizados em áreas remotas, rurais e indígenas do país. O SC no Ar discutiu o tema com a médica e integrante da associação SDB (Saúde Digital Brasil), Renata Zobaran, na manhã desta quinta-feira (9).
Telessaúde Brasil: médica Renata Zobaran fala da democratização do acesso à saúde – Foto: Divulgacão/O Trentino/ND“Nós iniciamos nossa operação em 2008. Eu digo que a gente começou em um momento jurássico ainda da telessaúde no Brasil, com muito pouca regulamentação, muito poucas pessoas entendendo o que fazíamos. A pandemia, apesar de toda a tragédia que ocasionou, também foi um momento que impulsionou todo esse movimento do nosso segmento de saúde”, disse a médica.
De acordo com a SDB, no final de 2021, 6,5 milhões de idas desnecessárias ao pronto socorro foram evitadas. Renata explicou que “mais da metade das pessoas que vão procurar um pronto socorro presencial não precisariam estar lá naquele momento. É um ambiente infectado, com riscos e as pessoas acabam indo pela facilidade que eles têm de não agendar atendimento e, antes da telemedicina existir, por não ter o contato virtual com o profissional da saúde”.
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