Vacina da Pfizer tem 90,7% de eficácia em crianças, aponta estudo

Os dados das pesquisas com crianças foram divulgadas pela farmacêutica mas devem passar pela revisão da autoridade sanitária dos Estados Unidos

Redação ND Florianópolis

Receba as principais notícias no WhatsApp

Dados divulgados nesta sexta-feira (22) pela Pfizer apontam que doses da vacina contra a covid-19 da farmacêutica para crianças de 5 a 11 anos são seguras e apresentaram eficácia de quase 90,7% na prevenção de infecções sintomáticas.

Estudo de eficácia da vacina fié divulgado em meio às análises sobre aplicação da Pfizer em crianças, feitas pelo governo dos Estados Unidos  – Foto: Pixabay/ReproduçãoEstudo de eficácia da vacina fié divulgado em meio às análises sobre aplicação da Pfizer em crianças, feitas pelo governo dos Estados Unidos  – Foto: Pixabay/Reprodução

O estudo registrou que entre as crianças que receberam o placebo (substância inócua), 16 delas tiveram Covid-19. Por outro lado, três infecções foram registradas no grupo que recebeu a vacina.

Como mais do que o dobro de crianças – no ensaio realizado com 2.268 participantes – receberam a vacina em relação ao placebo. Isso equivale a mais de 90% de eficácia.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

FDA (Food and Drug Administration), autoridade sanitária dos Estados Unidos) semelhante à brasileira Anvisa, deve publicar sua revisão independente dos dados de segurança e eficácia da Pfizer em crianças no final do dia.

Estados Unidos analisam aplicação

A divulgação ocorre em meio às análises feitas pelos Estados Unidos para aplicação do imunizante nesta faixa etária. De acordo com a Associated Press, as aplicações no país podem começar no início de novembro se os reguladores americanos derem sinal verde.

Os consultores do FDA vão debater publicamente as evidências do imunizante na terça-feira (26). A administração do presidente Joe Biden tem doses suficientes para imunizar todas as crianças de 5 a 11 anos de idade.

No país, a vacina é autorizada para maiores de 12 anos, mas pediatras e famílias aguardam a nova aprovação voltada às crianças mais novas.

*Com informações de Estadão e Agência Brasil

Tópicos relacionados