Veja quais serviços de saúde estão afetados no 6º dia de greve dos servidores em Florianópolis

Paralisações afetam atendimento em 35 postos de saúde de Florianópolis; outros serviços também sofrem alterações

Foto de Redação ND

Redação ND Florianópolis

Receba as principais notícias no WhatsApp

A Prefeitura de Florianópolis atualizou na manhã desta segunda-feira (14) a situação dos serviços de saúde diante da greve deflagrada pelos servidores municipais da Capital, entre eles, os profissionais da saúde.
O movimento chega ao sexto dia de paralisações.

A prefeitura está regularizando a distribuição de medicamentos em Florianópolis – Foto: PMF/Divulgação/NDA prefeitura está regularizando a distribuição de medicamentos em Florianópolis – Foto: PMF/Divulgação/ND

Das 49 unidades básicas de saúde listadas pela prefeitura, 35 têm o atendimento afetado em maior ou menor grau pela greve. Não há nenhum posto sem funcionamento. Três dos quatro Caps (Centros de Atenção Psicossocial) de Florianópolis atendem parcialmente.

Demais serviços como Unidades de Pronto Atendimento, Samu, Lamuf e policlínicas seguem com todas as atividades mantidas. Trabalhadores de diferentes categorias reivindicam o cumprimento dos acordos coletivos e melhora nas condições de trabalho. Em assembleia realizada na última sexta-feira (11), o movimento optou por manter a greve por tempo indeterminado, mesmo após ter sido considerado ilegal pela Justiça. Confira abaixo a situação detalhada.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

Centro

Agronômica – Atendendo parcialmente;
Centro – Atendendo totalmente;
Córrego Grande – Atendendo parcialmente;
Itacorubi – Atendendo totalmente;
João Paulo -Atendendo parcialmente;
Monte Serrat – Atendendo parcialmente;
Pantanal – Atendendo parcialmente;
Prainha – Atendendo parcialmente;
Saco dos Limões – Atendendo totalmente;
Saco Grande – Atendendo parcialmente;
Trindade – Atendendo parcialmente.

Continente

Abraão – Atendendo totalmente;
Balneário – Atendendo parcialmente;
Capoeiras – Atendendo totalmente;
Coloninha – Atendendo parcialmente;
Coqueiros – Atendendo parcialmente;
Estreito – Atendendo parcialmente;
Jardim Atlântico – Atendendo parcialmente;
Monte Cristo – Atendendo totalmente;
Novo Continente – Atendendo parcialmente;
Sapé – Atendendo parcialmente;
Vila Aparecida – Atendendo totalmente;

Norte

Barra da Lagoa – Atendendo parcialmente;
Cachoeira do Bom Jesus – Atendendo parcialmente;
Canasvieiras – Atendendo totalmente;
Ingleses – Atendendo parcialmente;
Jurerê – Atendendo parcialmente;
Ponta das Canas – Atendendo totalmente;
Ratones – Atendendo parcialmente;
Rio Vermelho – Atendendo parcialmente;
Santinho – Atendendo parcialmente;
Santo Antônio de Lisboa – Atendendo totalmente;
Vargem Grande – Atendendo totalmente;
Vargem Pequena – Atendendo totalmente.

Sul

Alto Ribeirão – Atendendo parcialmente;
Armação – Atendendo parcialmente;
Caeira da Barra do Sul – Atendendo parcialmente;
Campeche – Atendendo parcialmente;
Canto da Lagoa – Atendendo parcialmente;
Carianos – Atendendo totalmente;
Costa da Lagoa – Atendendo parcialmente;
Costeira – Atendendo totalmente;
Fazenda do Rio Tavares – Atendendo totalmente;
Lagoa da Conceição – Atendendo parcialmente;
Morro das Pedras – Atendendo parcialmente;
Pântano do Sul – Atendendo parcialmente;
Ribeirão da Ilha – Atendendo parcialmente;
Rio Tavares – Atendendo parcialmente;
Tapera – Atendendo parcialmente;

CAPS:

AD Continente – Atendendo parcialmente;
AD Ilha – Atendendo totalmente;
Infantil – Atendendo parcialmente;
Ponta do Coral – parcialmente.

UPAs:

Atendimentos mantidos.

Policlínicas:

Norte – Atendimento mantido;
Centro – Atendimento Mantido;
Continente – Atendimento Mantido.

Lamuf: Laboratório Municipal:

Atendimento mantido normalmente, nenhum profissional aderiu à greve.

Samu Municipal:

Atendimento mantido normalmente, nenhum profissional aderiu à greve.

Reivindicações

O Sintrasem argumenta que os acordos coletivos foram descumpridos pela prefeitura e exige melhores condições de trabalho. Sobre a Comcap, entre diversas queixas, o sindicato aponta que a primeira proposta de data-base do município “ataca cláusulas importantes, como a garantia de emprego e a proibição das terceirizações”.

Na área da saúde, servidores expuseram sobrecarga de trabalho, cancelamento de férias e ausência de valorização salarial ou reconhecimento por parte da atuação na linha de frente de combate à pandemia.

Eles também reivindicam melhores condições de trabalho. A categoria dos profissionais da educação exige o pagamento do piso salarial para professores da rede pública. Outra demanda é a transposição de auxiliares para o quadro do magistério e o cumprimento de acordo coletivo assinado pelo Sintrasem.

Por parte dos assistentes sociais, a principal queixa é o sucateamento dos locais de amparo à população vulnerável, como CRAS (Centro de Referência à Assistência Social), CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) e casas de acolhimento.

Tópicos relacionados