Volta às aulas em Florianópolis depende do nível de risco

Portaria estadual definiu critérios para liberação das atividades presenciais; comitê da Capital faz nova reunião nesta quinta (8)

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A retomada das aulas em Florianópolis a partir do próximo dia 13 ainda vai depender da análise da matriz de risco nos próximos dias.

Portaria publicada nesta terça-feira (6) pelas secretarias estaduais de Saúde e Educação prevê que as atividades presenciais só poderão voltar em regiões que estão com risco moderado ou alto, respectivamente na cor azul e amarela no mapa atualizado semanalmente pelo COES (Centro de Operações de Emergência em Saúde) e a Grande Florianópolis está entre as 11 regiões de saúde classificadas como grave (cor laranja).

Retomada das aulas presenciais em Florianópolis depende da análise da matriz de risco – Foto: PMF/DivulgaçãoRetomada das aulas presenciais em Florianópolis depende da análise da matriz de risco – Foto: PMF/Divulgação

O assunto vem sendo discutido nos últimos dias pelo comitê estratégico coordenado pelo secretário de Educação da Capital, Maurício Pereira, e que reúne representantes de 19 setores, entre eles autoridades sanitárias, pais de alunos, escolas privadas e Ministério Público.

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O grupo volta a se reunir nesta quinta-feira (8), às 16h30, para avaliar a portaria conjunta. Florianópolis, que registrou 139 mortes por coronavírus desde o início da pandemia, está com a ocupação de leitos hospitalares em 62,41% e 598 casos ativos – pessoas com a Covid-19 em isolamento ou em tratamento. O número de novos diagnósticos positivos, no entanto, ainda é considerado alto.

Três entidades médicas vão definir nesta quarta-feira (7) um documento, direcionado às secretarias estaduais de saúde e educação, com posicionamento sobre o retorno das atividades escolares.

O teor será discutido a partir das 20h, durante webinar realizado pela Sociedade Catarinense de Pediatria, em conjunto com a ACM (Associação Catarinense de Medicina) e CRM (Conselho Regional de Medicina). O tema é “Covid-19 e volta às aulas – Qual a nossa visão?”.

Há preocupação sobre o monitoramento e a fiscalização das medidas sanitárias definidas para a proteção das crianças, adolescentes, professores e colaboradores.