Dias antes de ser assassinado, o motorista de aplicativo Evandro Telles Rodrigues, de 39 anos, andava demonstrando preocupação com a segurança da classe em Joinville, no Norte de Santa Catarina.
Segundo a assessoria de pastor Ascendino Batista (PSD), um grupo de profissionais se dirigiu ao gabinete do vereador, na última quarta-feira (4), para cobrar mais proteção à categoria. Evandro, que morreu no sábado (7), estava entre eles.
Evandro Telles Rodrigues foi assassinado em um latrocínio em Joinville – Foto: Redes sociais“Ele demonstrou preocupação com a vulnerabilidade da profissão”, afirmou o vereador. “Precisamos buscar condições que ofereçam mais segurança no exercício das atividades da categoria”, completou.
SeguirO motorista morreu após ser esfaqueado por dois suspeitos já detidos, que assumiram a participação no crime à Polícia Militar, embora não tenham confirmado quem desferiu os golpes que mataram a vítima.
No dia seguinte, motoristas fizeram uma carreata, com cerca de 200 carros, pedindo mais segurança à profissão.
Assunto em pauta
A questão da segurança da categoria será tratada na Comissão de Proteção Civil, marcada para a próxima segunda-feira (16), no plenário de Joinville, às 14h.
Comissão esteve reunida em caráter extraordinário nesta terça (10) – Foto: Pastor Ascendino Batista/Instagram/Reprodução/NDA pauta foi proposta pelo próprio Ascendino Batista, que é presidente da comissão, durante uma reunião extraordinária nesta terça (10).
O vereador afirmou, por meio de assessoria, que já vinha discutindo melhorias para a categoria com membros da Amasc (Associação dos Motoristas de Aplicativos de Santa Catarina).
Além de Ascendino Batista, participam da comissão de Proteção Civil os vereadores Claudio Aragão, Kiko do Restaurante, Luiz Carlos Sales e Osmar Vicente, que está licenciado.
Serão convidados representantes da Amasc, das empresas de transporte por aplicativos, das polícias Civil e Militar e da Secretaria de Proteção Civil e Segurança Pública.