Após tocaia de 10h, policiais prendem suspeito de execução a tiros em beco de Florianópolis

Vítima da execução é um homem de 32 anos assassinado na tarde de terça-feira (20) com aproximadamente 17 tiros em um beco da travessa Santo Antônio, no bairro Monte Cristo

Foto de Gabriela Ferrarez

Gabriela Ferrarez Florianópolis

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O suspeito pela execução de um homem com aproximadamente 17 tiros em um beco da comunidade Monte Cristo, em Florianópolis, foi preso nesta quinta-feira (22). A prisão ocorreu após uma tocaia de 10h da Polícia Civil para identificar o suspeito.

Após tocaia de 10h, policiais prendem suspeito de execução a tiros em beco de FlorianópolisHomicídio ocorreu na travessa Santo Antônio, no bairro Monte Cristo – Foto: Google Street View/Reprodução/ND

O homem de 32 anos foi executado na tarde de terça-feira (20), em um beco da travessa Santo Antônio, no bairro Monte Cristo. Conforme a PMSC, o homem foi encontrado morto no local com diversas marcas de tiro no corpo.

Na cena do crime, 17 estojos de bala indicaram para a Polícia Civil que o caso se tratava de uma execução, detalhou o delegado Ênio Matos, da delegacia de Homicídios.

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Familiares da vítima da execução, que foi identificada, afirmaram que o homem era natural de Criciúma, no Sul de Santa Catarina, e que tinha viajado para Florianópolis em um carro Golf.

A investigação apura se a viagem pode ter relação com a execução.

Suspeito de execução foi preso após tocaia de 10h

Um veículo Golf  foi identificado como da vítima no bairro Monte Cristo. Uma operação que envolveu uma tocaia de 10h de policiais à paisana prendeu o suspeito quando ele se aproximou do veículo para furtá-lo.

Conforme a Polícia Civil após as 10h, o suspeito se aproximou do carro, conseguiu entrar no veículo, ligou o motor e estava prestes a sair do local.

Foi neste momento que os policiais prenderam o homem em flagrante por furto de veículo.

Conforme a Polícia Civil, a investigação segue para identificar se há outros suspeitos, a participação do preso no crime e as circunstâncias do assassinato.

A operação envolveu também a PMSC (Polícia Militar de Santa Catarina) e da Guarda Municipal de São José.

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