Em meio a especulações sobre os motivos do pedido de demissão do delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Akira Sato, a Adepol/SC (Associação dos Delegados de Polícia) divulgou uma nota de repúdio contra “qualquer tentativa de interferência” nas atividades da instituição, “especialmente nas investigações por delegados de polícia”.
Akira Sato, delegado da Polícia Civil – Foto: Cristiano Estrela/Divulgação/NDA entidade pontua que a Polícia Civil “é um órgão de Estado que atua em obediência à Constituição Federal e às leis, não podendo servir à vontade de governos ou de seus integrantes”.
SeguirDe acordo com a Adepol/SC, “a tentativa de retirar delegados de polícia ou mesmo a nomeação de autoridades policiais para a interferência em investigações criminais são atos de extrema gravidade, que obstruem a justiça, o combate à corrupção e maculam o regular ambiente de um estado democrático de direito”.