Balanço aponta que quatro vezes mais drogas foram apreendidas em Blumenau em 2022

Até o dia 7 de dezembro, a Divisão de Investigação Criminal da Polícia Civil de Blumenau apreendeu mais de 200 quilos de drogas

Redação ND Blumenau

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Operações realizadas com sucesso, grandes apreensões e quatro vezes mais drogas apreendidas em relação ao último ano. O balanço feito pela DIC (Divisão de Investigação Criminal) nos trabalhos contra o tráfico de drogas em Blumenau, no Vale do Itajaí, no ano de 2022 é positivo.

Apreensão de 15 quilos de maconha feita pela DIC este ano – Foto: Arquivo/Divulgação/Polícia Civil/NDApreensão de 15 quilos de maconha feita pela DIC este ano – Foto: Arquivo/Divulgação/Polícia Civil/ND

Em 2022, até o dia 7 de dezembro, foram realizadas 165 prisões; 15 armas apreendidas; e R$ 55 mil em espécie. Além disso, em drogas foram 220 kg, sendo 201,5 kg de maconha; 8,4 kg de cocaína; 7,125 kg de crack; 3.310 unidades de ecstasy; 320 grama de MDMA; e seis unidades de lança perfume.

O delegado Ronnie Esteves, responsável pela DIC, avalia as operações de 2022. “Se formos trabalhar com o número de apreensões, no ano passado a DIC apreendeu pouco mais de 50 kg de drogas e esse ano nós já passamos de 200 kg. O número de prisões também cresceu bastante e a gente sabe que a droga em Blumenau é pulverizada, não existe um ponto único em que há o comércio de drogas, então essa é uma das nossa dificuldades”, explica.

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Por isso, o delegado destaca que várias operações da DIC surgem após denúncias da comunidade, que através do telefone 181 pode auxiliar a Polícia Civil no combate ao tráfico de drogas na cidade.

“A gente recebe essas denúncias e checa e isso vem sendo muito útil na nossa atividade fim, porque é através desse tipo de informação que a gente consegue aprofundar e de fato comprovar que determinada região, determinado ponto há o tráfico de drogas e o nosso trabalho consegue avançar até que possamos convencer o Poder Judiciário da necessidade de tirar aquela pessoa envolvida com o tráfico de drogas de circulação”, ressaltou o investigador.

*Contribuiu o repórter Marco Aurélio Júnior

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