Bombeiro tem morte cerebral após acidente de bicicleta em Balneário Camboriú

Jefferson Fonseca Lopes, de 29 anos, estava em seu horário de folga quando bateu contra uma scooter na noite desta sexta-feira (18)

Foto de Caroline Figueiredo

Caroline Figueiredo Chapecó

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Um acidente envolvendo uma bicicleta e uma scooter resultou na morte cerebral do soldado do CBMSC (Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina) Jefferson Fonseca Lopes, de 29 anos. A colisão ocorreu na noite desta sexta-feira (18), na descida da estrada da rainha, no sentido da praia Brava, em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina.

Soldado Lopes pertencia a corporação de Rio do Sul – Foto: CBMSC/Divulgação/NDSoldado Lopes pertencia a corporação de Rio do Sul – Foto: CBMSC/Divulgação/ND

Segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar, quando os socorristas chegaram ao local, o soldado estava inconsciente, com sinais de traumatismo cranioencefálico severo, pulso fraco, e respiração agônica, além de hemorragia no nariz e no ouvido.

Ele foi estabilizado e encaminhado pelo Samu (Serviço de Atendimento de Urgência Móvel) ao Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí.

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No local havia uma segunda vítima, um homem de 32 anos, que estava em pé, consciente e orientado. Ele relatava dor no ombro direito e após avaliação decidiu se deslocar sozinho até a unidade hospitalar.

Formado na turma de 2019

O soldado era solteiro e fazia parte da corporação do 15º CBM de Rio do Sul. Segundo o segundo-tenente, Daniel Lopes Gonçalves, ele se formou na turma de soldados de 2019 e atuou na operação veraneio em Balneário Camboriú. No fim de fevereiro iniciou os trabalhos em Rio do Sul. Na hora do acidente ele estava em seu horário de folga.

Ainda na noite desta sexta-feira, o 13º CBM de Balneário Camboriú havia informado em suas redes sociais o falecimento do soldado. Porém, a assessoria de imprensa informou que, de acordo com protocolo, quando ocorre morte cerebral, mas o corpo ainda está em funcionamento, é preciso aguardar 24 horas. Neste período são refeitos alguns testes para que a morte seja declarada oficialmente. O comando acompanha os familiares do soldado.

“Era um soldado muito pró-ativo, alegre, sorridente e compromissado com o serviço. Lamentamos muito o ocorrido”, salientou o segundo-tenente Gonçalves.

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