Breaking Bad da Maré? Quem é ‘químico’ de facção criminosa preso após fazer harmonização facial

Conhecido como "Chocolate", ele é um dos chefes da facção criminosa e passou por harmonização facial na tentativa de despistar a polícia

Foto de Beatriz Rohde

Beatriz Rohde Florianópolis

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu o traficante Luiz Carlos de Lomba, conhecido como “Chocolate”, nesta quinta-feira (13). Ele é apontado como um dos chefes da facção criminosa TCP (Terceiro Comando Puro) que atua no Complexo da Maré, na zona norte da cidade.

O chefe da facção criminosa fez harmonização facial para não ser reconhecido pela políciaApontado como um dos três chefes da facção criminosa TCP, “Chocolate” desempenhava o papel de “químico” – Foto: Reprodução/R7/ND

Segundo a polícia, o criminoso fez harmonização facial para mudar a aparência e despistar as autoridades. Chocolate foi preso durante uma consulta de avaliação de um procedimento estético.

Apesar da tentativa de não ser reconhecido, Luiz Carlos de Lomba foi localizado em Itaperuna pela megaoperação Espoliador da Polícia Civil, que prendeu 294 foragidos da Justiça em todo o estado.

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Conheça ‘Chocolate’, criminoso que atuava como ‘químico’ da facção criminosa

"Chocolate" tinha o papel de "químico" da cocaína na regiãoO criminoso era encarregado de avaliar a pureza da cocaína comercializada no Complexo da Maré  – Foto: Reprodução/ND

A Polícia Civil do Rio de Janeiro classifica Luiz Carlos de Lomba como “um dos três maiores criminosos do TCP da Maré”. Ele forma o tripé da facção criminosa ao lado dos comparsas chamados de “Bill” e “Mangolé”.

Ele tinha o papel de “químico” da facção era responsável pela avaliação da qualidade e pureza da cocaína comercializada pela facção criminosa na região. Dessa forma, tinha o poder de aprovar ou desaprovar a carga.

“Chocolate” é investigado em ao menos 35 procedimentos criminais e tinha um mandado de prisão expedido pela Justiça em 2024 pelos crimes de associação criminosa e roubo. As investigações apontaram que ele estava atuando para o grupo em regime de “home office”.

*com informações do portal R7

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