Câmeras não são prioridade, diz comando da Guarda de Florianópolis

Colocação de equipamentos nas fardas está prevista em projeto de lei protocolado na Câmara de Vereadores

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O comando da Guarda Municipal não considera prioridade, neste momento, o investimento em câmeras para os uniformes dos agentes com o objetivo de gravação das operações nas ruas, como prevê projeto de lei que acaba de ser protocolado no Legislativo municipal pelos vereadores Afrânio Boppré (Psol) e Maryanne Mattos (PL).

Projeto de lei prevê colocação de câmeras nas fardas dos guardas municipais de FlorianópolisProjeto de lei prevê colocação de câmeras nas fardas dos guardas municipais de Florianópolis

“Os casos de divergência entre guardas e cidadãos em Florianópolis são raros há algum tempo”, afirma o comandante, Valci Brasil.

A corporação e a Secretaria de Segurança Pública, segundo ele, estão privilegiando ações de “treinamento, motivação e condições de trabalho” do profissional.

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“Investir no homem é o melhor caminho”, diz Brasil, que citou como exemplo a criação do “gabinete de instrução”, responsável pela elaboração de mais de 700 procedimentos operacionais para a padronização nos atendimentos e abordagens, além do “gabinete de desenvolvimento humano”, que cuida da saúde mental, física e nutricional do guarda.

O comandante entende que o gasto com os equipamentos seria “muito elevado” e considera como mais importante adquirir bases móveis para atendimento de regiões como o Sul e Leste da Ilha de SC.