O caso do assassinato de Mariane Kelly Souza está próximo de ser solucionado em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina. A diarista de 35 anos havia desaparecido na quinta-feira (8) e o corpo foi encontrado na sexta-feira (9), no rio Itajaí-Açu, em Navegantes. Com muitas informações divergentes e alegações que não se encaixam, a investigação deve ser concluída nos próximos dias e o assassino preso.
Mariane Kelly Souza foi encontrada com os pés e mãos amarrados e perfurações no tórax – Foto: Arquivo Pessoal/DivulgaçãoDe acordo com a Polícia Civil, o inquérito foi instaurado já na sexta-feira, assim que o corpo de Mariane foi encontrado, porém, a investigação foi colocada em sigilo. De acordo com o delegado Sérgio de Sousa, da DIC (Divisão de Investigação Criminal) de Itajaí, o inquérito pode ser concluído nos próximos dias “com a definição da autoria delitiva”.
As primeiras informações eram de que Mariane havia saído do trabalho e chamado um carro por aplicativo. No entanto, a Polícia Militar afirma que a diarista pegou uma carona com um conhecido.
SeguirEmbora o caso esteja em sigilo, a polícia já rastreou o proprietário do carro, que foi identificado por meio de imagens de câmeras de monitoramento, e o local em que ele mora.
Nas próximas horas, ainda, a Polícia Civil deve apreender os aparelhos celulares para avançar na investigação e esclarecer as informações divergentes sobre a comunicação de Mariane com a família e a localização da diarista no momento em que entrou no veículo.
Especulações sobre a autoria e quem teria “encomendado” o crime já se espalham pela cidade. No entanto, a polícia não confirma e reitera que as investigações continuam em sigilo.
Relembre o caso
Mariane desapareceu na quinta-feira (8), por volta das 18h50, quando saiu do trabalho. O corpo da diarista foi encontrado no rio Itajaí-Açu, no bairro Volta Grande, em Navegantes, na sexta-feira (9).
Corpo de Mariane foi encontrado no Rio Itajaí-Açu no começo da tarde de sexta-feira (9) – Foto: Corpo de Bombeiros/DivulgaçãoEla foi encontrada com as mãos e pés amarrados e com diversas perfurações, semelhantes a facadas, no tórax. O corpo de Mariane foi encontrado por pescadores e estava boiando entre os barcos.