‘Cheio de Ódio’ e mais 4 são mortos em buscas por assassinos de policial casado com juíza

Ação na Ladeira dos Tabajaras, no Rio de Janeiro, deixou cinco suspeitos mortos e apreendeu arsenal; principais alvos, no entanto, seguem foragidos

Foto de Deny Campos

Deny Campos Florianópolis

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Traficante 'Cheio de Ódio' morreu em troca de tiros com a polícia no RJTraficante conhecido como ‘Cheio de Ódio’ morreu em confronto com a polícia no Rio de Janeiro – Foto: Reprodução/ND

O traficante Vinicius Kleber di Carlantonio Martins, conhecido como “Cheio de Ódio”, foi um dos cinco mortos durante uma operação policial em Copacabana, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (15).

O alvo era capturar os assassinos do policial João Pedro Marquini, da Core, executado em um assalto no dia 30 de abril em Vargem Grande.

A juíza Tula Mello, esposa de Marquini, presenciou o crime, mas conseguiu fugir. Durante a investida na comunidade Tabajaras, a polícia prendeu dois traficantes e apreendeu três fuzis, pistolas e granadas. Os dois principais investigados, porém, continuam desaparecidos.

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    Operação na Ladeira dos Tabajaras deixou cinco mortos e prendeu três suspeitos em flagrante - Reprodução/ND
    Operação na Ladeira dos Tabajaras deixou cinco mortos e prendeu três suspeitos em flagrante - Reprodução/ND
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    Criminosos queriam roubar carro blindado da juíza para fugir de troca de tiros com milicianos - Reprodução/ND
    Criminosos queriam roubar carro blindado da juíza para fugir de troca de tiros com milicianos - Reprodução/ND
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    Traficante conhecido como 'Cheio de Ódio' morreu em confronto com a polícia no Rio de Janeiro - Reprodução/ND
    Traficante conhecido como 'Cheio de Ódio' morreu em confronto com a polícia no Rio de Janeiro - Reprodução/ND

‘Cheio de Ódio’ tinha histórico de violência no tráfico

O traficante “Cheio de Ódio” era um nome conhecido nas bocas de fumo da zona sul do Rio. Sua morte ocorreu em um confronto intenso, marcando a terceira grande operação policial na região em menos de um mês.

Testemunhas relataram tiroteios prolongados durante a ação. O arsenal apreendido revela o poderio do grupo envolvido no assassinato do policial. O clima na Ladeira dos Tabajaras segue tenso, com medo de represálias.

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