Interina: Kelley Alves
A falta de efetivo atinge e preocupa órgãos da segurança pública. A urgência de mais servidores é gritante e prejudica os trabalhos das polícias Civil e Militar. No início de 2019, a Região Carbonífera contava com 174 policiais civis. O número caiu para 138 neste ano. A região tem 12 municípios e 17 unidades da Polícia Civil, algumas sem delegado.
Urgência de mais servidores é gritante e prejudica os trabalhos das polícias Civil e Militar – Foto: Polícia Civil/DivulgaçãoOs números foram apresentados pelo delegado regional Vitor Bianco Júnior durante entrevista à Rádio Cidade. Segundo ele, atualmente, as comarcas de Lauro Müller e Orleans seguem sem delegado. Situação preocupante também ocorre em Urussanga.
SeguirA delegacia atende três municípios e precisa de pelo menos dois profissionais investigativos. Com a transferência do delegado Ulisses Gabriel para Criciúma, a comarca ficará defasada.
Delegacia de Criciúma pode perder delegado
A 2ª Delegacia de Polícia da Comarca de Criciúma também corre o risco de ficar sem delegado a partir do fim de fevereiro. A redução vem ocorrendo em todo o estado por dois motivos: o governo não disponibilizou concurso público, enquanto havia aposentadorias, mortes e alguns pedidos de exoneração.
Enquanto e Legislação prevê pelo menos 5.594 policiais, o número atualmente corresponde a quase metade disso, com pouco mais de 3 mil policiais.
O problema já foi levado ao governador eleito Jorginho Mello. Há a expectativa de um concurso público durante o próximo ano para a contratação de mil agentes e mil escrivães.
Isso, junto com a expectativa dos novos nomes indicados pelo governo, dão esperança de que a falta de efetivo poderá ser amenizada a partir do próximo ano.