Conheça Moana e o soldado Thiago Amorim, nova dupla de resgate Corpo de Bombeiros de SC

Os dois passaram por um longo treinamento diurno e noturno e foram aprovados em todos os desafios, agora, a qualquer momento, podem atuar em buscas e resgates em Santa Catarina

Foto de Grazielle Guimarães

Grazielle Guimarães Itajaí

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Para atuar no Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) é preciso que um cão de busca seja certificado a partir dos 15 meses de idade. E nesta semana, aconteceu a Certificação Estadual de Cães de Busca, Resgate e Salvamento.

Itajaí vai contar com o binômio – dupla entre bombeiro militar e cão de busca – formado pelo Soldado Thiago Amorim e a cadela Moana, do 7º Batalhão de Bombeiros Militar, foram aprovados e agora ficam operativos, ou seja, prontos para atender aos cidadãos.

A prova aconteceu nesta semana, entre os dias 29 e 30, em Itajaí e a dupla completou a prova de obediência e destreza, além da busca noturna. Eles já haviam sido aprovados nas provas diurnas – tanto de busca, quanto de obediência e destreza, na certificação que ocorreu no final do ano passado.

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    Amorim é filho do sargento RR Evandro Amorim, que atuou com o cão Ice. Hoje, Thiago e Moana seguem os passos deles - Corpo de Bombeiros de Itajaí/Divulgação
    Amorim é filho do sargento RR Evandro Amorim, que atuou com o cão Ice. Hoje, Thiago e Moana seguem os passos deles - Corpo de Bombeiros de Itajaí/Divulgação
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    O soldado Thiago Amorim e a cadela Moana passaram por uma série de treinamentos e foram aprovados em todos eles - Corpo de Bombeiros de Itajaí/Divulgação
    O soldado Thiago Amorim e a cadela Moana passaram por uma série de treinamentos e foram aprovados em todos eles - Corpo de Bombeiros de Itajaí/Divulgação
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    Os cães podem atuar no Corpo de Bombeiros de SC a partir dos 15 meses de idade, após uma série de treinamentos noturnos e diurnos - Corpo de Bombeiros de Itajaí/Divulgação
    Os cães podem atuar no Corpo de Bombeiros de SC a partir dos 15 meses de idade, após uma série de treinamentos noturnos e diurnos - Corpo de Bombeiros de Itajaí/Divulgação

“Nós sabemos que a pandemia prejudicou muitas áreas, inclusive a nossa, mas a atividade de busca com cães não para. No último ano fomos acionados 95 vezes. Além disso, a idade do animal também é um fator importante para que sejam realizadas as certificações no período correto”, explica o presidente da Coordenadoria de Busca, Resgate e Salvamento com Cães, Tenente-Coronel Walter Parizotto.

Trabalho contínuo

Por mais que os treinamentos iniciais sejam importantes para um binômio conquistar a certificação, é fundamental que continuem em um ritmo acelerado, porque a partir de agora, a qualquer momento o soldado Amorim e a Moana podem ser acionados para auxiliar a quem precisa e não apenas para atender a Itajaí e região.

“Eu fiquei muito emocionado com tudo que nós vivenciamos até aqui e a certificação é um fruto do nosso esforço. Mas a partir de agora tem muito a ser feito, já que precisamos manter o ritmo, aprimorar as técnicas para ficarmos sempre prontos para ajudar aos cidadãos”, exalta o soldado Thiago Amorim.

Seguindo os passos do Ice

A certificação da Moana representa muito mais do que a ativação dela e do soldado Amorim na cinotecnia – atividade com cães, já que essa dupla dará continuidade a um legado que fez história na região.

Ice e Moana fazem história no CBMSC – Foto: Corpo de Bombeiros Itajaí/DivulgaçãoIce e Moana fazem história no CBMSC – Foto: Corpo de Bombeiros Itajaí/Divulgação

O sargento RR Evandro Amorim, que é pai do Thiago, fez história com o cão Ice, que atuou muitos anos também em Itajaí e hoje curte a aposentadoria e ainda anima e auxilia muitas crianças na terapia assistida com cães.

O sargento RR Evandro Amorim, que é pai do Thiago, fez história com o cão Ice – Foto: Corpo de Bombeiros de Itajaí/DivulgaçãoO sargento RR Evandro Amorim, que é pai do Thiago, fez história com o cão Ice – Foto: Corpo de Bombeiros de Itajaí/Divulgação

O Ice, além de ser o primeiro cão guarda-vidas, também participou de missões importantes, inclusive nacionais, como na tragédia de Mariana, por exemplo.

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