A FG Empreendimentos, construtora de Balneário Camboriú, no Litoral Norte Catarinense, apresentou ao mercado a primeira porta “corta fogo” voltada para o edifícios de luxo. A nova adaptação foi criada para impedir que as chamas ultrapassem a porta durante um incêndio, deixando os moradores do prédio em segurança.
Porta ‘corta fogo’ foi criada para o mercado de luxo . – Foto: FG Empreendimentos/Divulgação/NDOs imóveis de luxo são os principais responsáveis pelo resultado positivo da indústria da construção civil, que vem crescendo nos últimos anos, impulsionado principalmente no período de pandemia.
De acordo com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, o ano de 2022 foi um ano positivo. Durante o período, foi registrado o maior volume da série histórica do indicador ABRAINC-Fipe, iniciada em 2014.
SeguirTodo o segmento registrou um crescimento de 67,8% em relação ao ano anterior, em relação as unidades comercializadas. O estudo foi realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias em parceria com a FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).
A valorização vem impulsionando o desenvolvimento de produtos para o segmento de luxo. Assim como no panorama global, o mercado de luxo brasileiro tem se mantido forte mesmo frente à crise econômica do país.
A ABRAEL (Associação Brasileira das Empresas de Luxo), revela que em 2022 as vendas do segmento cresceram 50% em relação ao ano anterior. E globalmente os números são ainda mais expressivos. Segundo um estudo da empresa de consultoria Bain, o setor faturou mais de 1,4 trilhão só em 2022, sendo que 95% das marcas tiveram um crescimento positivo ao longo do ano.