O coronel da reserva Milton Kern Pinto envia e-mail com análise contundente sobre a ação dos policiais militares contra desocupados e moradores de rua na cidade de Itajaí.
Coronel Kern defende como legítima a ação dos Policiais Militares em Itajaí – Foto: DivulgaçãoContesta as versões sobre arbitrariedades e sustenta que é dever da Policia Militar garantir a segurança da população.
Confira sua manifestação:
Seguir“Na madrugada do dia 31/10/2023, equipes de Policiais Militares da cidade de Itajaí-SC, reuniram e conduziram inúmeros moradores de rua, na sua maioria consumidores de drogas e andarilhos para as vias de saída daquela cidade.
É notório e verdadeiro o clamor público da maioria da população de Itajaí; dos moradores e da sociedade civil de Itajaí (comerciantes e empresários) pedindo “socorro” para que as instituições e às autoridades solucionem ou amenizem tal problema que vem afligindo de forma grave os munícipes.
Diuturnamente a maioria desses moradores de rua ameaçam moradores; invadem propriedades; depredam patrimônios; praticam furtos em veículos; em residências e no comércio; ameaçam e agridem pessoas; destroem lixeiras e portões de residências e prédios ; furtam fios de eletricidade; dentre muitos outros delitos. Um prejuízo permanente que parece não ter fim.
As instituições municipais, estaduais e federais, muitas vezes com boa vontade, não conseguem solucionar tal problema; nem em Itajaí; nem em São Paulo, tão pouco em qualquer cidade do Brasil. Sabemos que é um problema generalizado de saúde pública e humanitário.
Mas os cidadãos e a sociedade civil não podem conviver sofrendo; tornando-se reféns permanentes dos sucessivos ataques e delitos praticados por moradores de rua.
O cidadão de Itajaí-SC pagador de impostos e também eleitor dos seus representantes que comandam as instituições responsáveis (em nível municipal, estadual e federal) não conseguem solucionar esse grave problema que atenta contra todos da população.
Sabemos que o Policial Militar é cercado de inúmeras ameaças e riscos em confrontos diários com a criminalidade violenta e letal; sempre atua em defesa da população, expondo inclusive a sua família de forma indireta e permanente a tais riscos de vida.
O Policial Militar tem a missão legal de manter a paz pública; e a ordem pública na defesa das instituições municipais, estaduais e federais.
Existe uma infinidade de ongs comunistas, instituições de esquerda e jornalistas socialistas / comunistas espalhados pelo Brasil; que de forma permanente atuam com narrativas para vigiar, ameaçar, acusar e denunciar os Guerreiros Heróis Policiais Militares anônimos que estão 24 horas por dia nas ruas defendendo a população brasileira; combatendo à criminalidade, inclusive proporcionando também a segurança desses que são contrários à Polícia.
Na sua maioria, os gestores dessas ongs em seus cargos defendem criminosos, promovem a impunidade criminal de diversas formas, com o objetivo ideológico estratégico de falir a Segurança Pública do Brasil.
Essa é uma das principais táticas do bloco socialista / comunista atuante no Brasil: falir a atuação das Polícias e promover a impunidade generalizada. Sabemos dessa velha estratégia comunista, desde os tempos preparatórios da revolução Bolchevista (comunista) de 1917, na Rússia.
Diante desse ambiente hostil diário em que o Policial Militar está perigosamente exposto, o exercício da profissão de Policial Militar no Brasil está praticamente sem nenhuma segurança jurídica. Ele está totalmente desprotegido. Atua operacionalmente muitas vezes na sorte, no ímpeto de fazer o bem; muitas vezes arriscando ser processado; demitido ou preso, sofrendo narrativas e pressões de “entidades” com agenda socialista / comunista.
Não existe programa de direitos humanos para os Policiais do Brasil. Só existem direitos humanos para os que praticam crimes ou para aqueles que estão cumprindo pena ou usam o viés narrativo de “direitos humanos” como instrumento contra os Policiais Militares para expô-los; processá-los e demiti-los, focando o enfraquecimento ou a falência das Instituições de Segurança Pública do Brasil, implantando o viés de “janelas quebradas” nas cidades.
Ou seja, quanto mais moradores de rua e delinquentes soltos nas ruas importunando e atentando a população, sem poder “tocá-los” compulsoriamente”, mais descrédito ao poder público instituído. Esse é o objetivo tático atuante dos comunistas; o de descontinuar o sistema republicano do Brasil.
*Mas por que os Guerreiros Policiais Militares de serviço na cidade de Itajaí-SC, no dia 31/10/2023, são considerados heróis* ?
Porque mesmo sabendo de tudo que lhes acerca em riscos e ameaças dentro da sua profissão e do ambiente hostil ideológico reinante no Brasil; mesmo assim atenderam de forma legalista o clamor e o pedido de socorro da população e da sociedade civil (comerciantes) de Itajaí-SC; e acabaram cumprindo a sua missão constitucional, ou seja, a de defender a população e o seu patrimônio; com também o de manter a paz e a ordem pública, retirando das ruas daquela cidade a permanência de uma multidão de pessoas que vinham atentando sucessivamente contra a população Itajaiense.
Qual seria uma das principais causas que está impedindo as autoridades municipais, estaduais e federais de resolver de forma compulsória o problema dos moradores de rua nas cidades ?
Em 25/07/2023 – “Alexandre de Morais proíbe remoção forçada de pessoas em situação de rua” – Pedido feito ao STF, pelos partidos comunistas; rede sustentabilidade; psol e pelo mtst – movimento dos trabalhadores sem teto.
https://www.conjur.com.br/2023-jul-25/alexandre-proibe-remocao-forcada-pessoas-situacao-rua
Por fim, clamamos para que as autoridades o Estado de Santa Catarina e do Município de Itajaí-SC compreendam o cenário de pressões ideológicas atuantes à ré de tais fatos; e reconheçam que os Policiais Militares de serviço em Itajaí-SC, no dia 31/10/2023 atuaram de forma legal e heróica em defesa da população que vem clamando; pedindo socorro e sofrendo o flagelo da cidade, diante de uma multidão de moradores de rua que atentam contra a sociedade e contra a Segurança Pública do município.”