‘Marcas de violência’: corpo é encontrado atrás de ponto de ônibus em Florianópolis

O corpo, encontrado com marcas de violência, estava atrás de um ponto de ônibus na região central de Florianópolis. A autoria e motivação do crime continuam sendo investigados pela Polícia Civil

Foto de Luiz Fernando Dresch

Luiz Fernando Dresch Florianópolis

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Na tarde do último sábado (3), por volta das 16h30, policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) encontraram um corpo na rua Joaquim Costa, no bairro Agronômica, na região central de Florianópolis. O corpo da vítima apresentava marcas de violência. A Polícia Civil está investigando a motivação e a autoria do crime.

O local onde foi localizado o corpo fica a poucos metros do Neim (Núcleo de Educação Infantil Municipal) Vó Terezinha.

O cadáver do homem foi encontrado com marcas de violência atrás do ponto de ônibus em FlorianópolisO corpo do homem foi encontrado com marcas de violência atrás do ponto de ônibus em Florianópolis. – Foto: Google Street View/Divulgação/ND

Segundo informações do comandante do 4º BPM tenente-coronel André Rodrigo Serafin, a polícia recebeu uma chamada indicando o encontro de um corpo atrás de um ponto de ônibus. Policias do PPT (Pelotão de Policiamento Tático) e Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas) se deslocaram até o endereço indicado e localizaram o corpo em meio a lixos e entulhos.

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Corpo foi localizado após ligação para a Polícia Militar

Segundo Serafin, no dia anterior teve uma ligação, com um número de São Paulo indicando o encontro de um corpo, no entanto, as guarnições realizaram buscam minuciosas e não foi encontrado nada. No dia seguinte, uma mesma ligação fez os agentes localizarem o corpo.

Conforme o delegado da Homicídios de Florianópolis, Ênio de Oliveira Mattos, a Polícia Civil está realizando investigações para saber a motivação do crime. De acordo com Mattos, ainda não é possível afirmar se a vítima teria algum desafeto ou alguma situação para ser executada.

No local também foram identificados vários sacos plásticos com sangue. Ainda não se sabe se foram utilizados para asfixiar a vítima, e conforme o delegado Ênio, os materiais foram recolhidos pela Polícia Cientifica para realização de perícias.