Corpo encontrado na Praia Mole, em Florianópolis, era de pescador que desapareceu no RJ

Vítima e outros dois amigos desapareceram no mar da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, após saírem para pescar no dia 13 de janeiro deste ano

Redação ND Florianópolis

Receba as principais notícias no WhatsApp

O corpo em decomposição encontrado por uma embarcação na Praia Mole, na região Leste de Florianópolis, na última quinta-feira (25), era de um pescador que desapareceu no Rio de Janeiro no início deste ano.

Marcelo da Silva Barbosa, de 38 anos, e outros dois amigos saíram para pescar no dia 13 de janeiro, na Barra da Tijuca, na zona Oeste, e não retornaram para casa. Segundo o UOL, as outras duas vítimas permanecem desaparecidas.

Corpo foi encontrado por uma embarcação na Praia Mole, em Florianópolis – Foto: Flavio Tin/NDCorpo foi encontrado por uma embarcação na Praia Mole, em Florianópolis – Foto: Flavio Tin/ND

Marcelo foi identificado no fim da semana passada, através da análise da arcada dentária, e sepultado na manhã desta segunda-feira (1º), no Cemitério do Caju, na zona norte da capital fluminense. Ele era natural do Rio de Janeiro, onde morava com a família.

Faça como milhões de leitores informados: siga o ND Mais no Google. Seguir

Em nota, a Marinha do Brasil disse que o resgate do corpo de Marcelo “é resultado do apoio permanente da comunidade marítima às Operações de Busca e Salvamento, que mantêm a divulgação do desaparecimento dos três tripulantes, diariamente, por meio de Avisos-Rádio”.

Os três amigos estavam a 60 km da orla da Barra da Tijuca quando a embarcação em que navegavam sumiu. Segundo os familiares deles, tanto Marcelo quanto os outros dois homens eram pescadores e mergulhadores profissionais.

Após o encerramento das buscas pela Marinha, que informou que navios e aeronaves percorreram uma faixa litorânea entre o Rio de Janeiro e o Paraná durante dez dias depois do desaparecimento, as famílias fizeram buscas por conta própria em Angra dos Reis (RJ) e também em Ubatuba (SP). No entanto, eles ainda não foram encontrados.

“Temos esperança de ainda encontrá-los vivos, de repente desorientados em algum hospital. Acreditamos nisso”, disse Edileuza Rodrigues, irmã de um dos desaparecidos ao UOL.

*Com informações do UOL Notícias.